quinta-feira, 26 de janeiro de 2012

Quando seu MClanche feliz social não funciona - Resgatando os antigos textos

Texto de Janeiro de 2011 - leia por conta e risco. 
---------------------
Você já cansou de ouvir sobre redes sociais.

Começou como tendência, futuro ou nova revolução do Marketing.
Existiam tantas promessas que você como profissional "antenado" criou o Kit completo:


Perfil no Twitter, Orkut e Youtube.
Recentemente até testou o Facebook também.


Mas na verdade, depois de alguns meses com seu "Mclanche Feliz Social" operando a todo vapor... até agora o gostinho do sucesso através de aumento nas vendas e cliente contente ainda não bateu em sua porta.


A verdade é que as ferramentas sociais são novos tipos de mídias, dentro de uma plataforma (internet) que também é muito jovem.

Ainda se sabe muito pouco sobre ações e o comportamento das pessoas no meio, mas quem trabalha na área já notou que resultado "real" leva tempo, esforço e recursos.

Estratégia de redes socias não é apenas criar alguns perfis nas principais redes e gerar uma mensagem diária falando da empresa:

"Bom dia: Compre com a empresa XXX. Nós somos a melhor"
" A oferta de hoje é o Hot-Dog, peça pelo 3"


Este tipo de ação não gera resultado, pois é sem relevância e sem atração para o usuário de internet.
Aqui estão algumas dicas a considerar.

1. Você está usando a plataforma certa?

Existem muitas plataformas de mídia social para se considerar quando você projetar uma campanha online. Twitter, Facebook, blogs e YouTube são alguns dos maiores e mais importantes, mas o correto é entender como cada uma pode te ajudar.

2. Fornecer Mensagens que sua audiência quer

Ainda não inventaram elemento mais interesseiro que usuário de internet. Não existe amizade entre empresa e seguidores na web, o que eles querem realmente é te usar.

Compreender o que seu público quer ouvir é fundamental. Descontos e brindes podem até ser útil, mas não deve ser tudo que você faz. Considere a possibilidade de gerar fatos interessantes sobre os temas que coincidem com sua marca.

3- Monitoramento Constante

Sempre existe algum jeito da marca participar de alguma conversa na rede. Responder alguma dúvida, gerar soluções sem muito "marketês", além de dar atenção a quem cita um produto ou serviço é uma boa prática nas redes, mas para "pescar" todos estes momentos é necessário um monitoramento constante.

Considere utilizar algumas ferramentas para monitorar o que falam da marca e saiba agir no momento certo.

4. Dê a seus Supporters uma voz

Consumidores ajudam a definir a sua marca e eles querem se sentir valorizados. Certifique-se de fazer perguntas e ouvir opiniões. Quando necessário, implemente e compartilhe idéias de usuários na sua  rede. Isso pode resultar em não apenas mais conteúdo, mas o crescimento da fidelidade com a marca.




5. Seja Fun

Não importa em que negócio você está  - as pessoas querem ser entretidas. Isto para algumas empresas e responsáveis por marcas é a parte mais difícil de todo este "negócio" de redes sociais.

O que tem de perfil chato nesta web não é brincadeira, pesquisar um pouco sobre diversão e novas formas de manter seu público envolvido é um bom começo para empresas que nunca tentaram nada novo do que aquela velha comunicação institucional e agora pretendem entrar na onda da redes.


quarta-feira, 25 de janeiro de 2012

Startup FunBites - Casual Games para o mundo. Conheça um pouco de Acne Attack.

Quem já é leitor do blog sabe que tenho um projeto de startup de games casuais chamada Funbites, www.funbites.com.br.

Nosso objetivo é a produção de games simples e viciantes para pessoas que não tem o costume de jogar, mas gostam de uma diversão rápida.

O projeto não tem nem um ano e agora que estamos prestes a lançar nosso primeiro produto que é o ACNE ATTACK. O mercado de games para aparelhos mobile está aquecido e conta com milhares de empresas e desenvolvedores, mas montando o nosso plano de negócio identificamos que mesmo com muita gente e vários games lançados, falta inovação no mesmo.

Se você entrar no market do Ios ou do Android fica claro que apesar de variado, os games parecem utilizar dinâmicas parecidas: um puzzle de cordas/braços, defender torres, construir bases e por este caminho se criam variações que mudam no layout e outros, mas pouco no "core" da coisa.

Alguns inovam na dinâmica e recebem destaque para depois serem copiados na cara dura.

Então para atuar neste mercado é preciso oferecer algo novo na questão da mecânica de game e não apenas executar qualquer jogo por mais que a ideia seja relevante.

Pesquisando ainda mais notamos que quase nenhum jogo usa o movimento de espremer do touch e estudando diversas outras variáveis chegamos ao ACNE ATTACK.

Esperamos já disponibilizar o game para Android na semana que vem. Enquanto ainda não lançamos confira um vídeo do gameplay do beta e nos siga no Facebook. https://www.facebook.com/funbitesgames

terça-feira, 24 de janeiro de 2012

Pequenas ideias que engajam os consumidores substituindo a "Big Idea".

Há 2 anos atrás escrevi um texto que falava da morte da "Big Idea" que era algo comum no vocabulário dos tradicionais da época.

O conceito de "big" era justificável quando as principais variáveis envolviam uma atenção do consumidor que era por pouco tempo e com alto valor, por isto a necessidade de um conceito rápido e grande que vendia a marca. "BIGIDEA"

Melhor pular a Big Idea e ir direto para a Big Story.
http://webinsider.uol.com.br/2009/08/04/melhor-pular-a-big-idea-e-ir-direto-para-a-big-story/

Em tempos digitais a principal variável passa a ser o de engajamento, as grandes ideas impactam, mas não engajam por serem grandes e pedirem apenas uma posição passiva do usuário.

No site http://unplanned.com.br/ Postaram um vídeo muito interessante com um diretor da R/GA que é uma das agências com maiores cases digitais e integrados do mundo e ele fala justamente sobre isto.

Vale o click.

segunda-feira, 23 de janeiro de 2012

Criando um projeto de interação - Filme Indie Game

Pensar em um projeto de interação não é difícil, o pior é fazer as pessoas usarem a sua ferramenta.

Todo dia, milhares de pessoas tem ideias para projetos de games, sites, apps e outros, mas a verdade é que poucas destas ideias saem do papel e ainda outra parcela mínima consegue algum resultado frente aos usuários.

Qual a razão disto?

Interação.


O produto final digital não é apenas algo para ser consumido rapidamente ou que exija uma breve atenção da pessoa, como outras peças em outros meios. A troca só acontece se a pessoa realmente dedicar um tempo e usar aquela ferramenta, por isto a dificuldade.

O foco da criação interativa necessita muito estudo. A sua ideia que na sua mente é perfeita e encaixa perfeitamente em todas as variáveis, para outros pode não ter a mínima atração.

Abaixo o trailer de um documentário sobre desenvolvedores de games indie, vale ver como é o processo criativo de empresas com poucos recursos e fazem games simples, mas altamente atrativos para os usuários.

Indie Game: The Movie Official Trailer from IndieGame: The Movie on Vimeo.

sexta-feira, 13 de janeiro de 2012

A fase do amadurecimento digital e a entrega de cases.

No texto de ontem falei um pouco sobre a importância de entregar resultados com qualidade e depois comunicar isto para o mercado nesta fase digital atual.

Repito, os clientes querem investir, mas não encontram ainda segurança, principalmente em mercados em desenvolvimento como o nosso.

Para quebrar esta barreira é preciso montar cases com descritivos das ações, resultados alcançados e outros.

Isto não é difícil. Com textos, imagens e até vídeos é possível montar um pequeno demonstrativo das suas campanhas. Poucas agências e profissionais fazem isto, no máximo a maioria coloca um jpeg e um pequeno descritivo, mas isto é pouco.

Abaixo colocarei o slide de uma apresentação que fiz no ano passado para ilustrar como em 2 slides é possível apresentar uma ação digital.


Abaixo um filme de outra ação que participei:

Case - Meu Celular É Uma Joça from Agência i3 on Vimeo.

quinta-feira, 12 de janeiro de 2012

Qualidade e Resultados - Palavras de ordem no digital de 2012 para mercados em desenvolvimento.

Começamos um novo período e como resultado surge a pergunta: qual o melhor caminho a seguir para que minhas ações se destaquem no mercado digital e eu consiga bons clientes?

Em 2012, principalmente em mercados menores, o melhor caminho é fazer digital pautado em duas palavras "Qualidade e Resultados.

Já saímos faz algum tempo da fase de evangelização digital, em que internet era apenas uma tendência que poucos se aventuravam. Hoje os clientes já sabem que a digitalização da sua marca é importante e que estar em vários locais na web é fundamental.




Estamos na fase do amadurecimento, que é algo tão difícil como a fase da evangelização, nesta, o mercado já conhece o potencial e existem muitos novos entrantes concorrendo pelo mesmo cliente que você, mas o que ocorre é que poucos estão maduros o suficiente para entregar qualidade.

Vários gestores de marcas ainda não estão seguros para entrar de vez no digital por medo, ou por experiências ruins no passado, eles sabem que é algo bom, mas não conseguem aplicar ações que gerem bons resultados para sua marca.

Por isto, para destacar no mercado é imprescindível mostrar que você tem experiência e entregou resultados utilizando as novas mídias e a única forma para conseguir isto é fazendo projetos de qualidade, é necessário comprar a marca daquele cliente, mesmo que o investimento e interesse dele seja nulo.




Sei também que isto não é fácil, as vezes cai uns jobs ruins que não dá para fazer muita coisa, e você só quer terminar ele logo e passar para outro, mas seguindo o caminho mais fácil você não se destaca dos concorrentes e não conquista a confiança de novos clientes.