segunda-feira, 31 de outubro de 2011

As 3 formas de criar consumidores para sua marca e o novo desafio dos gestores de marketing.

Já falei aqui que a principal função do marketing é vender. Querendo ou não, o que faz a empresa girar é a quantidade de transações que esta realiza com seus consumidores.

Já o processo que transforma uma pessoa normal em um consumidor de seu produto/serviço envolve diversas variáveis e este movimento não é facil.

Existe uma necessidade, racional ou não, que é satisfeita assim que determinado item é consumido e cabe ao marketing fazer com que o produto/serviço da empresa seja este item.


Para chegar a este objetivo existem tem 3 maneiras conhecidas:

1- Estar sempre presente para ser lembrada na hora do consumo: Este é um modelo antigo e é o principal tipo utilizado pelas empresas até hoje, consiste em fortes investimentos em mídias e promoções para que a marca esteja presente em todos os lugares, para que quando a necessidade venha o usuário lembre-se do produto.

2-Estar presente na hora que o cliente buscar saciar a necessidade:
Este é também um modelo antigo, mas se destaca pela utilidade, neste caso a empresa se faz presente no momento exato da busca, seja aparecendo em destaque no PDV, ou nas listas amarelas e mais recentemente nos buscadores de internet.

3- Se relacionar com o cliente para que ele nem considere as outras marcas: O relacionamento de clientes da marca também não é algo novo, mas a intensidade para se criar um fã real é algo que se potencializa com o advento das redes sociais. Uma pessoa que se relaciona de forma intensa com a marca, quando surge a necessidade quase não considera seus concorrentes.

Criar fãs/consumidores é o novo desafio dos gestores de marketing.

quinta-feira, 27 de outubro de 2011

Um pouco sobre compra de mídia e como você pode estar perdendo dinheiro ou deixando de ganhar.

Compra de mídia online é ainda um tema que confunde muita gente.



A forma de comprar mídia online de 2005 para cá vem mudando a largos passos, mas mesmo assim ainda tem anunciante comprando espaços em formatos antigos, perdendo muito dinheiro, simplesmente por falta de informação.

A evolução das chamadas Ad’s Networks desempenha papel fundamental neste crescimento. Estes sistemas permitem uma entrega de mídia segmentada que aumenta os resultados das campanhas digitais.

Estes funcionam como intermediários, entre anunciantes e sites que oferecem espaço para veiculação, gerando vantagens para os dois lados.

Para quem anuncia, a vantagem está na capacidade de segmentação, na diversidade de canais e no retorno do investimento. Já para quem gera conteúdo existe a facilidade de não precisar preocupar com prospecção de anunciantes.

Mesmo assim, a principal reclamação de quem oferece espaço(publishers) é que através da utilização de Adservers a margem de lucro é muito baixa.

Por experiência, no caso dos anunciantes a melhor opção é a compra de mídia via Adservers. A compra direta com quem publica conteúdo é uma opção, mas apenas em casos extremos, casos de sites de nichos e outros.

No caso direto, a taxa de clique e principalmente a de conversão de venda é muito baixa se comparada com a quantidade de visualizações que é a principal forma de venda. Meu anúncio é visto por muitos visitantes, mas poucos clicam e um número muito pequeno irá realmente comprar.

Já no caso dos Adservers o anunciante possui uma série de opções para segmentação, permitindo que apenas possíveis clientes sejam impactados, diminuindo consideravelmente a dispersão de verba.

Para o caso de quem publica conteúdo, a tendência é que esta compra direta fique cada vez mais difícil, tendo assim que recorrer a uma parceria com algum Adserver, existem várias opções que oferecem opções de faturamento maiores, ou ainda dependendo do tamanho dos portais, criando o seu próprio sistema de venda de mídia segmentada.

Este é um mercado em franco crescimento, mas ainda existe muito para evoluir principalmente no Brasil.

quarta-feira, 26 de outubro de 2011

Que métricas analisar para tirar bons insights para seu negócio?

Os últimos dois textos trataram um pouco sobre alguns elementos básicos que devem conter em seu documento de resultados. Falamos da importância da análise dos dados e também da transformação desta análise em estratégias que tenham relevância para o negócio do cliente.




Mas fica a questão: com a grande quantidade de dados gerados diariamente, quais são os melhores para se analisar?

A verdade é que depende.

Cada negócio possui a sua particularidade e às vezes, o conjunto de métricas que serve para uma empresa é totalmente diferente para outra, mesmo que estas sejam concorrentes.

Como o objetivo destes textos é de apenas oferecer uma visão inicial sobre os relatórios de resultados, irei citar aqui os três grupos principais de dados que são mais utilizados no mercado.

Cada grupo deste compreende um conjunto de métricas que podem representar os principais objetivos da empresa:

Grupo de conversão: engloba todas as métricas colhidas que ajudaram direta ou indiretamente a gerar uma conversão, geralmente venda. Este é um dos principais grupos para os gestores da empresa e sua análise oferece fortes insights para descobrir como a empresa pode vender mais utilizando a internet.

Grupo de engajamento: engloba as principais métricas sociais, como também os dados colhidos de todos os pontos de interação digital com a marca, sejam e-mails recebidos, comentários em blogs e outros.

Este grupo de métricas necessita de ferramentas especificas para a coleta, mas é através delas que o analista irá tirar informações sobre o perfil do consumidor digital da marca para gerar ações que tenham cada vez mais engajamento.

Grupo de conteúdo e qualidade: este é um grupo que tem a função de monitorar a qualidade do conteúdo através do comportamento do usuário com a mensagem da empresa. Dados como a profundidade da visita, tempo no site, quantidade de replicações e outros, este é um grupo de bastante relevância para blogs.




Estes são apenas alguns dos vários grupos de métricas que podem gerar, após analise, bons insights para sua estratégia online, finalizamos esta série, mas continuarei em outros post aprofundando um pouco mais neste assunto.

quinta-feira, 20 de outubro de 2011

Funware - a diversão no mundo dos negócios que vende - Resgatando os antigos.

Sempre no post de Quinta vou atrás de algum texto antigo do blog.

Este é do ano passado quando comecei a pesquisar sobre negócios e diversão, vale a leitura.

Lembrando que semana que vem tem a terceira parte sobre como montar um relatório de resultados digitais.

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Nos últimos dias pesquisei sobre um conceito que é simplesmente show!!

FUNWARE - Colocar mais diversão nos negócios para vender mais.

Isto não é novo e também é algo que sempre falo nos twitts ou por aqui, mas por incrível que pareça o movimento de pessoas falando ou tentando alavancar este ideal cresce a cada dia.

Não sei se é por causa da geração Y que entra no mercado mudando algumas coisas, ou as próprias pessoas que agora buscam modelos diferentes para se espelhar.

A verdade é:
Empresas e profissionais chatos, rígidos e "velhos" não irão durar muito.

Ninquém vai morrer ou o projeto não irá atrasar se você gastar alguns minutos ou horas procurando algo que deixe o produto mais "cool". pense nisto. o/



quarta-feira, 19 de outubro de 2011

Case Digital - Agência Goiana e números surpreendentes para uma promoção social.

Um tema que sempre reforço aqui no blog é a importância de divulgar os seus cases de resultados, principalmente para quem atua com marketing digital.

A importância de uma ação interativa está no uso, na participação do usuário, pois no fundo qualquer ação digital é uma ferramenta para o consumidor se engajar mais com a marca.

Por isto, gosto de publicar os cases que participei e sempre ressalto os números de participantes na ação e o que ela converteu de resultados para o anunciante, além de todos os outros elementos criativos e estratégicos para se chegar ao objetivo. 

O vídeo abaixo  representa um case para o dia da mães que gerou números surpreendentes para um investimento e prêmio que não foram altos, tudo isto apresentado de uma forma ágil. Vale o click.

Amor de Mãe Kisses - Case Fraldas Kisses from Agência i3 on Vimeo.


Recomendo que faça também seus vídeos cases, sempre lembrando que o principal de um case digital é mostrar a quantidade de pessoas que realmente engajaram na sua ação e que resultados o anunciante conseguiu, tudo isto transmitido de uma forma fácil e rápida.

Uma observação, monte seus cases com dados, mas lembre sempre de usar informações verdadeiras, tanto pela honestidade, como também, que é muito fácil descobrir quando uma ação não foi aquilo tudo.

Se não for da primeira vez que você acertou continue tentando e faça o vídeo daquela ação que realmente gerou bons resultados.

terça-feira, 18 de outubro de 2011

Montando as 3 partes do seu relatório de resultados digitais. Métricas para iniciantes 2 de 3.

No último texto falei um pouco sobre a diferença entre dados e informações e como é importante a análise dos dados em seu relatório, ou seja, não é apenas montar um documento cheio de números e gráficos, mas entender a razão daqueles dados e como eles afetam a presença e o negócio do cliente.  



Já neste post falarei um pouco das 3 divisões básicas essenciais em um documento de resultados, são elas:

Apresentação de Dados.
Análise.
Estratégias a serem adotadas.

A Apresentação de Dados é a mais fácil de fazer. Defina algumas métricas ( falarei no próximo artigo) junto com seus clientes que podem ser: Quantidade de conversões, acessos, engajamento, seguidores ou outras.

Use uma boa ferramenta de monitoramento que seja o Analytics no caso de informações das páginas, ou Scup/Radian6 no caso das redes sociais, ou outras dependendo da sua ação.

Estas ferramentas irão te dar os principais resultados de sua ação que seja uma campanha, um post ou outro, mas como sempre reforço, só os números não servem de muita coisa para os clientes.

A Análise consiste basicamente em cruzar todos os dados e transformar em alguma informação relevante para o cliente.

Esta área de inteligência digital é uma das que mais crescem no mercado. Com esta quantidade gigante de dados gerados todos os dias, se destacam aqueles que conseguem olhar por detrás desta muralha e enxergar alguma oportunidade de negócio que realmente converta em resultados.

Cruzar as variáveis da Dashboard do Analytics pode gerar resultados superficiais, é preciso, cruzar com outras ferramentas, estatísticas de dados passados, informações do negócio e aplicar um pouco do conhecimento e experiência do profissional.  

Estratégias a serem adotadas é a parte final do documento em que todos os insights encontrados são convertidos em ações para o próximo período da campanha digital.

Por exemplo, analisando os dados foi possível descobrir que apenas os usuários do Twitter da marca têm uma relação positiva a informações sobre um determinado produto, enquanto no Facebook os usuários não gostam nem de ouvir falar sobre o mesmo.

Aprofundando ainda mais sua análise você descobriu que a faixa de idade no seu perfil de Twitter é mais jovem do que no Facebook e que a forma de comunicação utilizada pela agência atualmente não está agradando nenhum destes grupos. 

Assim você irá apresentar ao seu cliente estes dados e sugerir uma mudança na forma de falar nos perfis sociais, gerando conteúdo jovem no Twitter, um conteúdo com um tom mais maduro no Facebook e mesmo assim nos próximos períodos o monitoramento continua, pois estas variáveis podem mudar pedindo uma nova alteração na estratégia.



Isto não é fácil, mas é o papel básico de qualquer planejamento ou estrategista digital. Encontrar as variáveis que melhor convertem na presença online e sugerir ao cliente e equipe que estas sejam colocadas em prática.

No próximo texto falarei algumas das principais métricas para negocio B2B e B2C.

segunda-feira, 17 de outubro de 2011

Como montar um relatório de resultados digitais para iniciantes – 1 de 3.

O mercado digital cresce, mas a profissionalização do mesmo não acompanha este ritmo. Não é fácil encontrar tanto pessoas como também empresas que realmente estejam por dentro de todas as variáveis que afetam a presença online de uma marca.

Uma destas variáveis de notável carência no mercado é quando se fala de métricas ou relatórios. São vários os textos sobre redes sociais, conteúdo, SEO e outros, mas quando falamos de resultados, o material ou é muito raso ou profundo e chato para iniciantes.

Aproveitando esta lacuna, trabalharei em três textos uma maneira didática de desenvolvê-los.

Primeiro, mas para que um relatório de resultados?

A função básica deste documento é mostrar para o cliente que as ações digitais deram resultados e desenvolver outras na mesma linha para que a presença continue crescendo.

O contrário também é válido, é necessário mostrar quando uma ação não deu resultado, descobrir a razão e buscar outro caminho.

 Se a empresa não conhece se está acertando ou errando em suas campanhas ela não investirá mais, por isto, o relatório é uma iniciativa da agência e não do cliente.

Neste primeiro texto, vamos aprender a diferença entre o relatório e a análise



Esta variável é bastante notável no mercado e serve como divisor de agências e profissionais, entre aqueles que realmente usam métricas de forma profissional e os que não.

O relatório é a apresentação dos dados, por exemplo, o painel do Analytics. Naquela dashboard o usuário encontra uma série de informações sobre a presença do seu site.

Mas os dados sozinhos não trazem nada para a empresa e sua presença online. O anunciante  não contrata uma empresa apenas para ver o relatório no Google, para isto ele tem acesso e basta imprimir.

O papel da agência e do profissional de métricas é transformar esta maré de dados em informação, através da analise.    

Neste ponto, é necessário cruzar os dados de acessos com um grupo maior de variáveis que envolvem comportamento do consumidor, estatística, conhecimento do ambiente digital, de cada ferramenta utilizada, do negócio do cliente, entre outras. 



Muitas empresas dizem entender de métricas e entregam relatórios para seus clientes, mas ficam apenas na fase do relato e esquecem-se de analisar os dados.

Já tive a oportunidade de ver vários exemplos de relatórios e muitos pecam apenas por apresentar os dados de forma crua, pegando os dados do Analytics e redesenhando em uma nova tabela. 

Como também existem aqueles esforços de tentar uma análise dos dados, mas elas acabam produzindo um documento superficial, pela falta de cruzamento com outras variáveis fora do Analytics.

Não adianta apenas mostrar um gráfico e escrever duas linhas abaixo falando que o crescimento foi bom, pois veio de tal fator, é preciso ir mais além e mostrar no seu documento a razão daquele aumento, se foi um efeito de um comportamento gerado nas redes sociais e qual a fonte, ou se é um aumento recorrente de outros meses desde que determinada linha de post foi criada. 



Se você está lendo este texto, seu objetivo é aprender a realmente montar análises digitais e uma coisa deve ficar clara que quando mais a fundo você for nesta análise destes dados, mais base você terá para defender futuros investimentos.

No próximo texto falarei um pouco sobre uma estrutura básica de um documento de relatório.

sexta-feira, 7 de outubro de 2011

Twitter - o seu jogo social - Resgatando os antigos

Um texto do ano passado, falando um pouco de gamefication e como as redes sociais possuem vários elementos comuns a games;

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Continuação do Post: “Atrás de cada ferramenta social existe um jogo social”

No último post coloquei uma apresentação de Gabe Zichermann , ele é autor do livro “Game Based Marketing” e defende a idéia que a utilização de dinâmicas que encontramos normalmente em jogos ( não apenas eletrônicos, mas também esportes, jogos infantis e promoções) são novas formas realmente eficazes de atrair a atenção dos consumidores.

Olhei rapidamente o livro e realmente as idéias são relevantes, pois participamos de jogos diariamente e muitas vezes nem percebemos. Além disto, as ações que gastamos mais energia são realmente aquelas que envolvem alguma dinâmica de game.

Acesse o blog http://gamification.co/ que tem muito conteúdo interessante sobre o assunto, mas voltando ao título do post, vamos ao Twitter?

Qual a razão do Twitter, Facebook e outras redes sociais terem tanto sucesso e atrair tantas pessoas para um uso que muitas vezes achamos irracional?

A verdade é que as redes sociais funcionam como games em que os prêmios disputados envolvem um componente primitivo da psicologia humana que é a busca por poder.

Ter mais seguidores, falar as coisas legais que você viu ou que fez, como também receber indicações de amigos e até desconhecidos, todos este elementos mexem com nosso “ego”. Quando mais atenção conseguimos das pessoas, mais experimentamos o “poder” e isto, querendo ou não, nos alimenta para continuar no jogo, neste jogo social.

Dentro daquelas dinâmicas de jogos que falei anteriormente, como elas se aplicam no Twitter?

Ambiente simulado: o aplicativo social em questão possui um ambiente único em que a troca de atenção funciona através de seguidores e não é parecido apenas com a idéia de seguir amigos ou conhecidos como as outras redes sociais, mas principalmente seguir pela troca de informação relevante. No Twitter, a facilidade de publicação e a quantidade de dados (140 caracteres), além da capacidade de replicar algo que outro usuário falou, tornam o ambiente propício a venda, troca e conquista de atenção.

Elemento Evolução: Este nem precisa falar. Quantos seguidores você tem no Twitter?, Quantas pessoas replicam suas falas? Ao entrar no jogo você tem poucos seguidores e a partir do tempo e da relevãncia dos seus twtts outras pessoas começam a te seguir.

Diferenciação: Neste ponto entra o resultado da evolução, quando mais pessoas passam a te seguir, seu perfil começa a ser diferente daqueles que entraram no jogo.

No próximo post colocarei alguns exemplos de ações de marketing que usam estas dinâmicas, como também quais os detalhes para aplicar nas suas ações.

quarta-feira, 5 de outubro de 2011

Você realmente pensa no usuário nas suas ações digitais? Um pouco de Sony, Steve Jobs e Funbites.

A Sony lançou um filme muito legal em que os personagens dos principais jogos do playstation 3 agradecem os usuários por terem participado da estória e darem vida a eles.

Vale o click, para ver e também buscar as citações dos jogos.



O legal deste tipo de ação é mostrar que independente de qualquer coisa, o "usuário" é o mais importante para uma empresa digital.

Falando ainda do termo não podíamos esquecer-nos da Apple que é uma das empresas pioneiras em pensar neste "usuário" e também da mente brilhante de seu fundador Steve Jobs que morreu hoje.

Steve Jobs revolucionou o mercado tornando os computadores intuitivos e fáceis de usar.

Aparelhos que antes eram decifráveis apenas para programadores, hoje estão na mão de crianças com poucos anos e que já conseguem interagir com conteúdos ali apresentados.

Abaixo, um filme com alguns dos principais produtos deste mago da utilidade.



Pessoalmente eu adoro este termo "usuário", que representa alguém que usa, alguém que interage.

Nas minhas ações digitais a primeira coisa que penso é no "USO", se algo não vai ter click e resposta, para que fazer?

Acho que é por isto que conseguimos os bons resultados. Antes de comprar, a pessoa deve usar a ação de marketing.

Justamente amadurecendo está ideia de "USO" que agora estou migrando de área, colocando em ação meu projeto de entretenimento digital.

Criar seus próprios produtos e colocar no mercado para que os "usuários" testem é realmente muito gratificante.

Para quem acompanha o blog, mas ainda não sabe, o projeto chama Funbites - Empresa de Game Casuais, já estamos com o primeiro projeto em fase de produção e logo vamos começar a divulgação do beta como também da empresa.

Analisamos o mercado e existe alguns pontos que companhias de entretenimento digital não exploram e esta pode ser a nossa chance de criar algo de sucesso, totalmente fora dos principais eixos.

Em outros posts falarei mais, mas agora vê o vídeo da Sony outra vez e pensa naquela sua ação que está saindo do forno. Você pensou no Usuário?

No digital menos é mais. Será que a Apple está fazendo certo?

"There are two types of companies: those that work hard to charge customers more, and those that work hard to charge customers less. Both approaches can work. We are firmly in the second camp."

Este é uma pedaço da carta que o CEO da Amazon deixou na página de entrada do seu site, http://www.amazon.com/, se referindo ao seu novo tablet. Representa uma comparação "indireta" com os produtos de sua principal concorrente Apple.

Enquanto uma foca em oferecer o melhor serviço por um preço baixo, outra foca em inventar coisas novas, cobrando caro por isto.

A curto prazo, as duas estratégias parecem ótimas, mas se você pensar a longo prazo, qual estratégia terá sucesso?

Vários analistas apotam para a Amazon, pois chegará um momento que entre um Kindle que custa X e uma Ipad que custa 3X, mas tem uma "camêra holográfica"(viagem), a maioria do mercado escolherá um Kindle.



Concordo em parte com isto, mas considero importante a presença no mercado de uma empresa que fica testando coisas novas, certo que o faturamento de tablets da Apple vai baixar, mas é importante que ela continue inovando.

Qual sua opinião?

terça-feira, 4 de outubro de 2011

Um pouco sobre o desenvolvimento do mercado digital. Agências Digitais só existem de 2 anos para cá.

Internet comercial data de 1994 aqui no Brasil, mas o marketing digital com planejamento e compra de mídia, ou seja, realmente “agência digitais” é algo bem recente de dois anos para cá.

A maioria das empresas que trabalhavam na área eram produtoras de site, como também, fazer digital era apenas um acessório para a estratégia de marketing da empresa.

Abaixo alguns vídeos bem legais com alguns profissionais que participaram deste amadurecimento do mercado.

Vale o click.