sexta-feira, 29 de julho de 2011

Resgatando os antigos, Gamefication um ano atrás.

Post de um ano atrás sobre gamefication, importante notar que o que era tendência, hoje está cada dia mais forte no mercado.



Um amigo gamemaníaco me passou este vídeo no email e eu achei simplesmente a coisa mais interessante da última semana.
A idéia é fácil: como dinâmicas que encontramos nos games podem influenciar as pessoas a desempenharem certas ações.

Na verdade o marketing já utiliza algumas destas ações, mas a idéia para os próximos anos é que este tipo de estratégia se consolide:

Pontos

Milhas

Status

...

cool o/





Tweet

quinta-feira, 28 de julho de 2011

Prevendo o futuro utilizando dados gerados na internet e como as agências que estão dominando o mercado usam em suas campanhas.

Uma tendência forte no mercado de publicidade mundial é o crescimento da importância dos dados para geração de insights e campanhas.

Agências de todos os tamanhos que já trabalham com web ou não, conhecem ou usaram em algum momento uma ferramenta de analytics, nem que seja para saber quantos usuários estão entrando na página do cliente, some a isto, ferramentas de monitoramento social, outras de segmentação, behavior e muito mais.

Não há volta, os algoritmos fazem parte do dia-dia publicitário, pelo menos das agências que querem entregar resultados para os clientes.



Colher dados é algo importante, mas é apenas um começo
, o diferencial está em filtrar o que aqueles números representam para o negócio do cliente e aplicar em campanhas futuras.

Isto é investimento em inteligência digital, que não é algo fácil, nem barato para qualquer agência, mas é uma tendência para aquelas que querem crescer e pegar grandes clientes.

Hoje na web, é possivel testar qualquer ideia sem precisar lançar uma campanha e isto não tem nada a ver com bola de cristal. Unindo ferramentas digitais de menções, analytics, busca, segmentação e outras (que tem várias opções grátis) é possível delimitar a aceitação de uma estratégia, tanto digital como até offline.

Na agência que trabalho realizamos este trabalho de inteligência já a algum tempo, sempre procurando melhorar e hoje estamos bem a frente do mercado regional, colhendo bons resultados com isto.

A tendência para o futuro é a sofisticação destas ferramentas para todas as áreas, além da publicidade, como também diminuição do custo para que até empresas pequenas possam usar.

Abaixo uma startup que gosto e tem um grande futuro. Que tal prever as notícias que nem aconteceram? #show.

quarta-feira, 27 de julho de 2011

O Futuro dO Twitter : de " o que você está fazendo" para "o que está lendo".

Twitter é uma rede social diferente. Quando criada tinha um perfil até idiota: "responder, em poucas linhas, o que o usuário estava fazendo naquele momento".

Muita gente (a maioria), depois dos seus 5 anos, continua respondendo todo dia esta mesma pergunta em suas atualizações, mas o que a gente observa é que também tem algumas pessoas que usam a ferramenta de outro jeito.

Algo parecido... mas diferente, como se a ferramenta tivesse agora duas funções. "O que estou fazendo" muda um pouco para "O que estou lendo"/"o que quero compartilhar"/



Ao mesmo tempo que encontramos muita informação pessoal/empresarial, existem alguns bolsões de pessoas que geram pouco conteúdo, mas quando falam sempre adicionam alguma coisa, dentro do seu segmento.

No meu perfil sigo muita gente, mas leio os twitts apenas de umas 20 pessoas que coloquei em uma de minhas listas, pois elas sempre falam alguma coisa que é interessante para o meu dia-dia. Os outros dou uma olhada de vez enquanto.

A ferramenta está, cada vez mais, virando uma plataforma de compartilhar links e trocar informações.

Ultimamente, comecei a mudar minhas atualizações, sempre twitto algo relevante dentro do que me interessa que é internet/games e também uso para divulgar as ações que desenvolvo na agência, coloco o link e o maior fluxo sempre vem destas citações.



Tento não falar muito o que estou fazendo ou onde estou (que acredito que não é interessante), mudando um pouco o propósito da ferramenta e o pior é que muita gente faz isto.

Penso que se continuar assim, o Twitter pode virar um agregador de pequenos jornais pessoais. Leio e me informo a partir de informações compartilhadas de pessoas que sigo na ferramenta.

Não sei se o uso social do "o que estou fazendo" acabe, mas é um outro jeito de usar o aplicativo. Já que os jornais estão com os dias contados entenda no link: http://laughingsquid.com/this-is-why-your-newspaper-is-dying/

terça-feira, 26 de julho de 2011

Saiba a razão de ninguém ler seus posts ou retwitta-los e como mudar .

Muita gente tem blog hoje em dia, principalmente se você trabalha na área de comunicação. Ele é uma ferramenta importante tanto para divulgar suas ideias, como também um exercício para escrever melhor.

Uma maioria já tentou começar um projeto de blog, mas o inicio não foi animador, pouca gente lendo e quase ninguém espalhando.

Sério, isto desanima, até aqueles que não querem muita fama.... mas todo mundo concorda que leitores para seus textos é sempre algo legal.



Então, você tem alguns meses de blogs e seu negócio está parado, apesar de você replicar umas 4 vezes por dia no seu perfil e pedir para todos seus amigos acessarem.

Vamos a alguns pontos básicos?


1- Ninguém quer saber de você.

Para alguns leitores isto vai ser uma latada, mas é verdade. Se seu blog é apenas sobre você, a não ser que você tenha uma banda de pop, trabalhe na televisão, ou seja, MMMuito “foda” (“fudido” também funciona ), ninguém vai ler.

As pessoas querem resolver seus próprios problemas e elas querem conteúdo que possam utilizar para isto. Se você não oferece nada, nem pretende oferecer, você tem um blog diário e não tem motivo para ler este texto. o/


2- 100% vendedor


Pior tipo de blog é aquele pessoal de auto-promoção. Não sei se o ser-vivo tem auto-estima baixa ou apenas quer aparecer mesmo, mas 90% dos post são apenas falando coisas realizadas, sem ao menos dar algumas dicas para que outros possam realizar também.

Usuário de internet não liga para isto, todo blogueiro que é referência na sua área, divulga seu trabalho ajudando pessoas e não o contrário.



3- Encontrar o seu publico.

Não existe o conceito de massa na internet. Pela própria característica de segmentação do meio você nunca vai atingir um grande público.

Se quiser começar, defina muito bem o seu target e seja útil para ele, por exemplo, aqui no #mercadobinario o público é muito seleto.

Não é todo publicitário que gosta do que escrevo, para falar a verdade a maioria não gosta, mas quem entrar aqui está justamente procurando coisas diferentes do que os outros falam e isto que é o legal.

Estas são algumas ideias básicas, além disto, tem diversas outras formas de engajar melhor seu público.

Para isto eu sugiro o blog copybloguer que é a “Meca” da redação para a web, vale a visita.

sexta-feira, 22 de julho de 2011

Como montar um case digital - aprenda a mostrar seus resultados para o mercado.

Que o mercado de digital cresce a olhos vistos não precisa nem falar, hoje, é muito fácil desenvolver uma campanha digital e conseguir bons resultados, basta conhecer algumas particularidades do meio.

O consumidor brasileiro está cada dia mais conectado e qualquer marca, independente de mercado ou setor possui alguma forma de se diferenciar usando os meios digitais.

Assim, uma campanha ou projeto que você fez recentemente gerou vários resultados legais, mas se você não comunicar para o mercado, ninguém vai ficar sabendo, neste momento entra a dúvida:

Qual a melhor forma de comunicar os resultados de um projeto digital?

Na publicidade tradicional, existem aquelas pastas cheias de imagens que mostram os anúncios desenvolvidos.

Para o formato deles, isto é até muito válido, mas quando se fala de digital que geralmente representa movimento, cliques e interação.... imprimir layouts de site não convence muito, a não ser que seu foco seja desenvolvimento de interface.

A melhor forma de apresentar ideias digitais interativas ou de engajamento é o VÍDEO.

Em Cannes, o modelo de envio padrão de campanhas é o vídeo e muitos dos cases que ganham prêmios geralmente tem uma super produção para apresentar o conceito, fazendo agências gastarem um bom tempo no mesmo.

Hoje, é muito fácil fazer um vídeo, existem várias ferramentas que já vem de fábrica na maioria dos computadores. Use os prints das redes socias, das interações geradas, números do analytics, do faturamento da empresa e tudo o que tiver acesso para mostrar seus resultados para o mercado.

As pessoas não lêem textos grandes e com números, mas um vídeo que mostre os dados e faça um mix com imagens, irá atrair bem mais visualizaçoes.

Confira abaixo um video-case que participei :

Agência i3 - Case Taguatinga from Agência i3 on Vimeo.

quinta-feira, 21 de julho de 2011

Você deve ver isto - Game +Textos Interativos - Uma nova forma de escrever livros infantis

IPAD’s são aparelhos que crescem no cotidiano americano, principalmente entre as crianças que já substituíram algumas das horas antes dedicadas a televisão para ficarem um tempo navegando e jogando neste aparelhos.

Está mudança de hábitos na sociedade americana gera um efeito cultural forte que poucas empresas conseguem aproveitar.

Para as crianças, o mundo digital e o mundo off-line são uma coisa só, na verdade elas possuem a visão mais correta destas mudanças, para eles o mundo digital é uma terceira lente, que ajuda a enxergar melhor o mundo real.

Entender como estes novos consumidores enxergam estas mudanças e oferecer algo que seja interessante para eles é o principal desafio dos próximos anos, que é muito o que a Apple faz muito bem, não basta apenas criar produtos, mas novos hábitos.

Abaixo um dos primeiros projetos de livros que conseguem oferecer algo novo. Quando vi, praticamente caiu uma lágrima.

Lembrei um pouco dos livros da Ruth Rocha que lia quando era criança e os imaginei com alguns recursos interativos. As crianças de hoje não tem menos interesse na leitura, a verdade é que a estrutura física do livro no papel é que não atrai mais esta nova geração.

The Fantastic Flying Books of Mr. Morris Lessmore iPad App Trailer from Moonbot Studios on Vimeo.

quarta-feira, 20 de julho de 2011

A evolução do profissional Digital - o que acontecerá com as agências que pararam no tempo.

Ontem, indicaram este filme que é até antigo, mas fala um pouco sobre o movimento da publicidade no mundo.



Eu particularmente gosto deste tipo de vídeo, eles representam de uma forma radical algo que já está acontecendo no mercado.

O certo é que a publicidade tradicional não irá desaparecer como no filme, isto é um pouco "d+", mas querendo ou não, ela está mudando e acho interessante sempre ressaltar isto.

Pode não ser o caso da sua, mas tem muita agência parada no tempo, esperando esta gripe chamada "digital" passar, outras levam o "negócio" como um mal necessário, esperando o mercado voltar a ser como antes com as Grandes Sacadas e as Premiações....

A verdade é que não tem mais volta, e o tempo que eles perdem tentando se convencer do contrário, o mercado digital cresce, pedindo mais gente qualificada, que é o segundo tema deste post.

No site SEOmozque é referência em conteúdo de Search Engine no mundo, saiu um diagrama com as principais funções de um profissional de SEO atual, o que é necessário para este profissional hoje, nem se compara com que era pedido há 2 anos atrás.

Confira o diagrama deles:



Com a relevância digital entrando nas buscas, a responsabilidade de um profissional de SEO cresceu muito, e isto vale para outras áreas do digital também, o estrategista, o gerador de conteúdo, o designer de interface como tantos outros também, tiveram suas responsabilidades aumentadas.

Mais responsabilidade, traz maior estudo e especialização e nisto fica o questionamento:

Os tradicionais não vão acabar, pois a publicidade tradicional deixará de existir, mas a verdade é que muita agência vai desaparecer do mercado, pois parou no tempo e falta de movimento acaba com qualquer negócio, independente da área.

terça-feira, 19 de julho de 2011

O que uma agência de Social Media faz - Aprenda sobre gestão social e como aplicar na sua marca.

No último ano, as agências brasileiras de todas as áreas descobriram o efeito que as redes sociais causam na marca e para não perderem fatia do mercado, algumas começaram a falar para os clientes que agora tem no mix de produtos a tal da “social media”.

Mas o que você observa é que a maioria destes novos entrantes dizem que fazem, mas ainda não entenderam como funciona.

A maioria adota a estratégia de gerar conteúdo (geralmente pouco relevante e em grande quantidade) e fazer promoções, mas observando o mercado americano, que está bem mais desenvolvido que o nosso, fazer “social media” é muito mais do que isto.

Abaixo um filme da Big Fuel, que é uma das maiores agências americanas especialistas em Social, notem a abordagem

Content to Commerce from Big Fuel on Vimeo.



Gosto destes passos e metodologia própria que eles têm, pois mostra o jeito real de se fazer social media, que toda empresa devia conhecer;

Levando a coisa a sério e deixando de oba-oba:
Social Media é:
Monitoramento
Análise
Entrega de conteúdo
Engajamento


A empresa deve monitorar o que os clientes falam, seus desejos ( que ferramenta de monitoramento social sua agência usa?)
Coletar os dados e filtrar insights para o negócio ( qual metodologia sua agência possui?)
Baseado nos Insights, gerar conteúdo relevante para o cliente e não apenas “potoca” ou “achismos”( a pauta de conteúdo gerado nas redes sociais é baseado no que?)
Conteúdo certo, no contexto certo gera engajamento ( quantas pessoas realmente interagem com a marca?)

Conheço poucas agências/empresas que fazem social deste jeito, poucas mesmo.

E a sua tá no oba-oba ou já está levando a sério?

terça-feira, 12 de julho de 2011

Behavior e Contextual = Aprenda a fazer mídia digital com uma Sniper na mão em vez de uma Bazuca como no meio tradicional.

Quem já trabalhou com compra de mídia, principalmente nos meios tradicionais, sabe que quantidade é a lei.

Quanto mais inserções forem veiculadas nos canais escolhidos, maior é a chance de se atingir uma parcela do público alvo, mas o que acontece é que enquanto se atinge uma parcela de consumidores interessados, há uma gigantesca dispersão de pessoas que são impactadas, mas não querem comprar.

A compra tradicional de mídia funciona como um bombardeio aéreo, você mira em determinado local e acaba com tudo que estiver na área, independente de ser aliado, inimigo ou civil.



A verdade é que este é a única maneira que as mídias tradicionais conseguem oferecer relevância para as empresas que querem divulgar serviços e produtos. Por serem meios que comunicam, mas não permitem a resposta, sua segmentação é bastante limitada e está ligada apenas a escolha dos canais e suas peculariedades.

Agora, dentro das mídias digitais existem outras formas de se comprar mídia que aproveitam a interatividade do meio. Apenas monitorando a navegação de determinado usuário é possível definir o seu perfil e descobrir em que estágio de compra ele está.

Um usuário que nas últimas semanas navegou na internet em vários sites sobre esportes e tênis como também em loja de artigos esportivos, está bem mais predisposto a receber uma comunicação que venda estes artigos do que outro que não entra em um site de esportes.

Monitorando esta navegação e usando ferramentas digitais para que a comunicação só aconteça para este usuário é uma forma eficiente e diferente de se comprar mídia, isto é mídia através de behavior. Em vez de se atingir uma grande parcela com sua bazuca e matar um monte de inocente, mira-se com um rifle sniper e atinge bem na cara do seu alvo. Aquele que realmente tem interesse e vai comprar seu produto.

Além do behavior, outra forma de segmentação é por contextualização. Utilizando mecanismos digitais é possível analisar a página que o usuário está e oferecer uma comunicação que tenha a ver com que o usuário está lendo.

Por exemplo, se estou num blog sobre carros, lendo dicas para manutenção, meu interesse será maior em receber propagandas com produtos que auxiliam esta manutenção.



Esta contextualização também segmenta o meio de forma a gerar bons resultados em um nível que os meios tradicionais não conseguem.

Algumas empresas que estão entrando agora no marketing digital, por falta de conhecimento destas dinâmicas ou apenas querendo trazer o jeito tradicional para o digital, acabam comprando mídia segmentando apenas por canais e dispondo de várias impressões, o que gera poucos resultados de conversão.

Muitos usuários veem os anúncios, mas uma pequena parcela clica e o cliente pago alto por esta dispersão, algo parecido com a bazuca tradicional aplicado na internet.

Não falo aqui que comprar banners em sites e blogs é algo ruim. Considero a compra importante, mas como diversificação.

A maior parte da verba de mídia digital deve sempre ir para ferramentas de CPC/CPM que oferecem capacidade de segmentação contextual ou por behavior e apenas uma pequena parcela deve ir para compra de banners.

Isto também acaba que influência o perfil do profissional de mídia que compra para o digital, além de escolher os canais certos como um comprador de mídia tradicional, ele deve traçar as etapas do processo de compra que passam pela web e configurar as ferramentas para oferecer a comunicação na hora certa. Isto fica para um próximo post.

sexta-feira, 8 de julho de 2011

Resgatando antigos - mudando seu conceito de trabalho.

Mais uma da série que resgata textos antigos do blog, este post é de julho do ano passado, será que ainda está atual?

Bem vindo ao Séc. XXI.

Nós que estamos neste espaço de tempo não vamos perceber, mas as pessoas daqui uns 200-500 anos irão ver os 2000+ como a época das revoluções que moldaram a sociedade "futurística?? .... 2500+".



quinta-feira, 7 de julho de 2011

Games do Google - Gamification através de conselhos

Se conselho fosse bom, o Google criaria o Google Advices!!

Se não é desta vez que ele criou o Advices, agora a internet conta com um novo serviço do Google que é o http://prizes.org/ que utiliza elementos de jogos, para gerar e bonificar ideias/sugestões.

Desenvolvido por uma empresa de Games que recentemente foi comprada pela Google, o site funciona como um ambiente de conhecimento compartilhado, onde usuários postam dúvidas e problemas para que outros usuários possam responder, a melhor ideia ganha pontos e até dinheiro.

quarta-feira, 6 de julho de 2011

Brainstorm de Games – Aprenda a aplicar técnicas da indústria de games no seu projeto de marketing digital.

Já falei aqui que a indústria de entretenimento que mais cresce no planeta é a de games, que hoje, fatura mais que cinema.

Games nada mais são que projetos de entretenimento interativo digital. Uma estória que a pessoa tem controle sobre o desenrolar e por isto se engaja mais para saber o final.

A publicidade buscando se reinventar para atender o novo consumidor, cada vez mais, tem “pescado” itens desta indústria, para gerar mais engajamento em suas ações.



Hotsites, campanhas e até virais de sucesso usam esta dinâmica de “dar poder sobre a mensagem para o usuário”, para que ele realmente se engaje com a comunicação.

Saber como a indústria de games trabalha a criação deste engajamento pode te ajudar no desenvolvimento de suas campanhas digitais.

Brainstorm de Games

Assim como qualquer projeto digital, um game também tem seus objetivos, ou seja, requerimentos que o usuário deve desempenhar para chegar ao final, metas de vendas e quantidade de pessoas impactadas.

As empresas que trabalham na área, para definir a viabilidade de um projeto desenvolvem um processo de brainstorm inicial que é chamado de “captura de requerimentos”, que compreende por listar todas as ações possíveis que um usuário teria que tomar em determinado contexto e transformar elas em um sistema funcional de resposta.

Para isto é preciso definir, num papel, a interação entre o ator e o sistema.

Coletar todas estas ações desejadas e escrevê-las, ajuda no processo que permite identificar os principais requerimentos que seu projeto deve ter, e isto aplica tanto em um jogo como também em ações de marketing digital, seja um site, um aplicativo social ou outro.



Em um plano deste se usam três estruturas básicas: a primeira é o personagem de palito que representa o “ator”, linhas que representam movimento e bolas ovais que são as “ações”.

Atores representam o usuário comum de um jogo, pessoas que estão interagindo com o game. Após identificar o ator é necessário criar as ações ovais que representam a resposta do sistema. Geralmente é representado com uma ação – por exemplo – comprar mana, usar mana, morrer.

Para conectar estes usuários a ação é necessárias linhas que relacionam os dois elementos. Abaixo um exemplo de Brainstorm para o jogo PacMan - Como na imagem apresentada, quebrar a sua ideia em partes visuais que descrevem uma funcionalidade ajuda bastante na documentação do projeto.

Agora olhando para a dinâmica da imagem já é possível definir que o projeto precisa de dois sistemas de programação sendo um para a movimentação e outro para a contagem de score e um sistema de arte com bolas, frutas e fantasmas.

Isto aplicado para um projeto de hotsite, dinâmica promocional ou aplicativos sociais pode ajudar bastante a encontrar os pontos chaves de engajamento e criar algo realmente inovador.

Não custa tentar.

terça-feira, 5 de julho de 2011

Como gerar conteúdo em redes sociais – Inércia X Quantidade X Falta de Relevância – 3 dicas rápidas.

Achei uma pesquisa gringa que fala que no Facebook , em média apenas 3% dos seguidores de uma perfil institucional realmente vêem o que a empresa escreve. Ou seja, a maioria das empresas que gastam com páginas em redes sociais, não tem um retorno positivo do seu investimento.

Lógico que isto é uma média, enquanto tem páginas que possuem engajamento nulo, existem sim, os cases de sucesso, mas por este dado é claro que os casos positivos são raros.



Então, fica a pergunta, onde as agências ou empresas estão errando?

Inércia - Uma coisa é certa, a maioria dos perfis sociais das empresas sofre de inércia, ou seja, falta de movimentação ou atualização. Geralmente a página teve seu momento de glória, após o cadastro, que a equipe de marketing ou da agência resolveu testar a ferramenta, desenvolvendo mensagens, indicando links e fazendo até promoções, mas com o tempo seja pelo desanimo, ou falta de resultados positivos o perfil morre, recebendo poucas atualizações “forçadas” ou nem isto. Investimento em social e conteúdo é algo de médio-longo prazo, é preciso criar algo sem a intenção de resultados imediatos, pensar assim só irá trazer frustração, existem outros meios na web que geram resultados rápidos.

Quantidade – Se existe o lado da inércia tem também o lado contrário que é o de excesso de informação, que gera um perfil chato. Geralmente gerenciado por uma agência iniciante no digital ou alguém com pouca experiência que acredita que o importante é a impressão da mensagem, mas não foi informado que na internet, as coisas são um pouco diferentes. Se você não está no negócio editorial, não precisa gerar conteúdo de 1 em 1 hora, que isto cria é uma antipatia para com quem te segue e acaba queimando seu espaço. Quando a empresa gerar algum conteúdo relevante, o usuário não irá nem dar moral.

Falta de relevância – Perfil de empresa que quando fala não adiciona nada, seja uma noticia desinteressante, algo banal ou apenas propaganda própria que não acrescenta nada ao mercado. O usuário que segue uma empresa nas redes sociais quer ter alguma vantagem com esta ação. Se a empresa não consegue dar nada em troca, sai das redes e vai usar as mídias tradicionais que fazem muito bem este caminho de mão única.

Estes são os principais males que assombram os perfis corporativos, fugindo destas três linhas seu perfil já vai ter uma vantagem muito grande em frente aos concorrentes.

sexta-feira, 1 de julho de 2011

Mais de Cannes 2011 – Mais utilidade na propaganda. Mais softwares .

Propaganda é útil?

Para alguns, pode até ser que um VT de 30 segundos ou um anúncio de revista tenha alguma utilidade, mas para quem trabalha com digital e tem um pouco de conhecimento sobre softwares na cabeça, sabe que utilidade está bastante ligada a capacidade de algo gerar um serviço.

E os meios tradicionais, dentro das suas limitações, não conseguem gerar uma utilidade para o usuário é preciso que a propaganda evolua para algo parecido com um software.

Um software é uma ferramenta e a propaganda do futuro está diretamente ligada a capacidade de unir comunicação com tecnologia para formar ferramentas que gerem utilidade e engajem pessoas.

Abaixo mais um case de Cannes que mostra algo realmente útil que foi desenvolvido para aumentar as vendas de um varejista.