No mercado publicitário não existem muitos selos ou certificados que comprovam a experiência e a qualidade de determinado profissional, aproveitar o certificado Google Advertising Professionals, ou GAP, é importante para aqueles que atuam com “search” e buscam se diferenciar.
Abaixo listei algumas vantagens:
1- Certificação para a publicidade digital - mercado que mais cresce dentro da comunicação.
2- Certificado com bandeira Google – uma das instituições mais conhecidas do mundo e maior player de “search”
3- Existem poucos profissionais certificados no Brasil
4- Selo que pode ser utilizado em cartão ou materiais de divulgação pessoal
5- Link de verificação no Google para comprovação da certificação
6- Listagem do nome da empresa que trabalha, na busca por parceiros Google. https://adwords.google.com/professionals/search/?hl=pt_BR
7- Diferencial no mercado, resultando em mais segurança para seus clientes.
Sobre o processo:
No próprio link do site de certificação tem todos os passos, com respostas para dúvidas e requisitos básicos, não vou entrar nos detalhes, pois neste link http://www.google.com/adwords/professionals/individual.html você encontrará tudo.
Após cadastro, você precisará fazer duas provas online, cada prova tem 120/109 questões, custam 50 dólares cada e com uma aprovação maior que 85% nas duas você recebe o certificado.
Sobre as provas:
A primeira prova envolve o básico do “Search” focando principalmente no painel Adwords.
A segunda opção de prova possui três temas diferentes e avançados para a escolha do candidato, pode ser : Exame avançado sobre marketing de pesquisa, Exame avançado sobre publicidade gráfica, Exame avançado de relatório e análise.
Dicas:
As provas não são muito difíceis e o conhecimento é bastante limitado, todas as questões englobam apenas:
1- Conhecimento sobre a ferramenta Adwords.
2- Conhecimentos de Marketing.
As provas não são de decoreba, não é preciso decorar o tamanho do arquivo que o painel aceita para publicidade gráfica, mas é preciso entender de segmentação, como o sistema contextualiza seus anúncios e quais as formas de otimizar a sua campanha.
Em 2010, o programa foi totalmente atualizado e o Google chamou profissionais da área de Search para elaborar as questões, isto é notável na prova. São várias as questões que fazem relação entre o Adwords e conceitos de marketing, perguntas que simulam clientes e objetivos a serem alcançados também caem.
Então, se você entende de marketing e tem experiência no uso da ferramenta Adwords, a certificação não será tão difícil.
Se ainda tiver dúvidas, o Google tem um canal de aprendizagem que é muito útil, tudo que cai na prova está lá, não precisa gastar dinheiro com cursos nem nada, leia um pouco e me pague umas cervejas que tiro suas dúvidas.
Centro de estudos do AdWords: https://adwords.google.com/support/aw/bin/static.py?hl=br&page=examstudy.cs&ctx=go&hl=pt_BR
Espero ter ajudado.
quinta-feira, 31 de março de 2011
Publicitários, seu futuro chefe será um nerd. Olha que legal!! Quando o ”search” une-se ao “social”.
No começo da semana postei que num futuro próximo o “search” será uma das principais áreas da comunicação digital e agora na Quarta-Feira o Google anuncia a socialização da sua busca.
Pensei que iria demorar, mas estamos chegando a mais uma mudança na comunicação.

Pode se acostumar, agora será mudança de dois em dois anos ou menos. Algumas décadas atrás uma boa idéia levaria uma empresa a durar 200 anos ou mais, hoje, uma grande idéia dura um ano ou menos.

É como se uma tempestade sempre viesse e lavasse as empresas que estão muito preocupadas com as operações do dia-a-dia para ver o horizonte e lançar coisas novas.

Dentro do mercado de comunicação entramos em um novo patamar. O aparecimento de novas formas digitais e sua solidificação no mercado apresenta aos gestores de marca, não apenas oportunidades, mas novas formas de encarar a comunicação e sua parceria com as agências de publicidade.

Os empresários são confrontados diariamente com as infinitas possibilidades de ações, aliados ao desafio constante de entender as peculiaridades e transformações do digital.
Neste ponto, os “Nerds” entram na publicidade pegando a grande quantidade de dados gerados pelas ações virtuais e transformando em relatórios simples que facilitem as decisões dos gestores.

Métricas, ROI e conversões são termos novos no vocabulário das agências de comunicação tradicionais que passaram os últimos anos unindo suas operações com empresas digitais e sendo influenciadas pelos “nerds” destas.
A disciplina que trouxe esta preocupação de números para a galera “cool” da publicidade foi o “search” e com seu crescimento, a tendência é que mais “nerds” e números entrem neste negócio.
Toda parte da comunicação que gerar dados em real tempo, for contextualizada digitalmente e oferecer alguma interatividade social, terá alguma mente “nerd” por trás.
Pensei que iria demorar, mas estamos chegando a mais uma mudança na comunicação.

Pode se acostumar, agora será mudança de dois em dois anos ou menos. Algumas décadas atrás uma boa idéia levaria uma empresa a durar 200 anos ou mais, hoje, uma grande idéia dura um ano ou menos.

É como se uma tempestade sempre viesse e lavasse as empresas que estão muito preocupadas com as operações do dia-a-dia para ver o horizonte e lançar coisas novas.

Dentro do mercado de comunicação entramos em um novo patamar. O aparecimento de novas formas digitais e sua solidificação no mercado apresenta aos gestores de marca, não apenas oportunidades, mas novas formas de encarar a comunicação e sua parceria com as agências de publicidade.

Os empresários são confrontados diariamente com as infinitas possibilidades de ações, aliados ao desafio constante de entender as peculiaridades e transformações do digital.
Neste ponto, os “Nerds” entram na publicidade pegando a grande quantidade de dados gerados pelas ações virtuais e transformando em relatórios simples que facilitem as decisões dos gestores.

Métricas, ROI e conversões são termos novos no vocabulário das agências de comunicação tradicionais que passaram os últimos anos unindo suas operações com empresas digitais e sendo influenciadas pelos “nerds” destas.
A disciplina que trouxe esta preocupação de números para a galera “cool” da publicidade foi o “search” e com seu crescimento, a tendência é que mais “nerds” e números entrem neste negócio.
Toda parte da comunicação que gerar dados em real tempo, for contextualizada digitalmente e oferecer alguma interatividade social, terá alguma mente “nerd” por trás.
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Críticas sobre Comunicação,
nerd
terça-feira, 29 de março de 2011
Facebook - Você viu o filme, usa o site todo dia, mas conhece como é lá dentro??
A MTV americana conseguiu gravar o dia-dia de uma das maiores empresas de internet da atualidade.

O Facebook é conhecido por ser muito fechado quando o quesito é falar "da empresa", diferente do Google e outras empresas inovadoras que são conhecidas através da divulgação de sua cultura.
Abaixo tem um pedaço do programa, com a cara do "Estranho-Zuckerberg". Não sei se o programa vai ser bom, pois focará apenas na vida de dois funcionários, mas pelo menos o pedaço compensa.

O Facebook é conhecido por ser muito fechado quando o quesito é falar "da empresa", diferente do Google e outras empresas inovadoras que são conhecidas através da divulgação de sua cultura.
Abaixo tem um pedaço do programa, com a cara do "Estranho-Zuckerberg". Não sei se o programa vai ser bom, pois focará apenas na vida de dois funcionários, mas pelo menos o pedaço compensa.
segunda-feira, 28 de março de 2011
Compensa tirar o certificado de publicidade do Google? Veja para quem o esforço é válido e algumas dicas para tirar o seu GAP.
O certificado de publicidade do Google é com certeza uma ótima forma de diferenciar o seu trabalho em um mercado digital que cresce a cada dia e sempre oferece novas oportunidades, mas tirar o título não é nenhuma obrigatoriedade.

Muitos profissionais de qualidade que trabalham com “search”* há tempo e gerenciam grandes verbas, não tem o certificado e muito menos sentem a necessidade de tirá-lo.
Eu tirei meu certificado agora, mas trabalho com “search”, acho que faz mais de dois anos e assim como outros não tirei antes, pois a área não é minha função primária.

O que me fez correr atrás disto agora foram três fatores, se você se identifica com algum, recomendo tirar o seu também:
1- Diferenciação – o mercado digital está em franco crescimento, são várias as empresas que estão atrás de formas de se relacionar com seus clientes na web. Neste cenário, surgem os profissionais sérios preocupados em entregar resultados e os “conversinhas” que sabem falar bonito de tecnologia e twittar o dia inteiro links sobre redes sociais e novas formas de comunicação, mas na hora de entregar algo significativo é apenas “balela” .

Este tipo de profissional queima o mercado de uma forma que é difícil reverter. Um cliente que investiu em internet e não teve o resultado desejado não fará um investimento novamente, a não ser que o novo profissional transmita mais confiança e a diferença no trabalho seja notável (certificações, cases e experiência).
2- Crescimento da compra de espaços em mídias digitais - a verba com o objetivo de trazer fluxo para páginas na web até um tempo atrás era limitada, até pela pouca falta de opções e os retornos duvidosos, mas isto mudou e a função de mídia digital dentro de uma agência cresce a passos largos. Várias são as opções de compra e saber utilizar o dinheiro do anunciante da melhor maneira é uma grande responsabilidade.

3- Todo profissional de comunicação digital é um profissional de “search” - observando alguns artigos sobre a área no Adage.com, as tendências apontam que o segmento de buscas será o de maior importância dentro da internet. Se hoje o conteúdo é o que manda, a organização e filtragem deste número gigantesco de dados serão, em um futuro próximo, os chefões.
Além disto, muitos dos elementos que diferenciam a publicidade digital das outras áreas publicitárias são práticas originadas do “search “ métricas, filtros, segmentação e contextualização. Sem estas variáveis ainda estávamos na época do banner e do site “folder” institucional.
Demorei falando muito dos fatores e não sobrou tempo para as dicas, mas assim é melhor, se você se identificou e também deseja tirar o seu certificado, farei um post único só com as dicas. o/ .
• Obs- quando falo “search” vale tanto para seo como ppc, que são dus disciplinas diferentes dentro da mesma área;


Muitos profissionais de qualidade que trabalham com “search”* há tempo e gerenciam grandes verbas, não tem o certificado e muito menos sentem a necessidade de tirá-lo.
Eu tirei meu certificado agora, mas trabalho com “search”, acho que faz mais de dois anos e assim como outros não tirei antes, pois a área não é minha função primária.

O que me fez correr atrás disto agora foram três fatores, se você se identifica com algum, recomendo tirar o seu também:
1- Diferenciação – o mercado digital está em franco crescimento, são várias as empresas que estão atrás de formas de se relacionar com seus clientes na web. Neste cenário, surgem os profissionais sérios preocupados em entregar resultados e os “conversinhas” que sabem falar bonito de tecnologia e twittar o dia inteiro links sobre redes sociais e novas formas de comunicação, mas na hora de entregar algo significativo é apenas “balela” .

Este tipo de profissional queima o mercado de uma forma que é difícil reverter. Um cliente que investiu em internet e não teve o resultado desejado não fará um investimento novamente, a não ser que o novo profissional transmita mais confiança e a diferença no trabalho seja notável (certificações, cases e experiência).
2- Crescimento da compra de espaços em mídias digitais - a verba com o objetivo de trazer fluxo para páginas na web até um tempo atrás era limitada, até pela pouca falta de opções e os retornos duvidosos, mas isto mudou e a função de mídia digital dentro de uma agência cresce a passos largos. Várias são as opções de compra e saber utilizar o dinheiro do anunciante da melhor maneira é uma grande responsabilidade.

3- Todo profissional de comunicação digital é um profissional de “search” - observando alguns artigos sobre a área no Adage.com, as tendências apontam que o segmento de buscas será o de maior importância dentro da internet. Se hoje o conteúdo é o que manda, a organização e filtragem deste número gigantesco de dados serão, em um futuro próximo, os chefões.
Além disto, muitos dos elementos que diferenciam a publicidade digital das outras áreas publicitárias são práticas originadas do “search “ métricas, filtros, segmentação e contextualização. Sem estas variáveis ainda estávamos na época do banner e do site “folder” institucional.
Demorei falando muito dos fatores e não sobrou tempo para as dicas, mas assim é melhor, se você se identificou e também deseja tirar o seu certificado, farei um post único só com as dicas. o/ .
• Obs- quando falo “search” vale tanto para seo como ppc, que são dus disciplinas diferentes dentro da mesma área;

sexta-feira, 25 de março de 2011
Revista de "papel" do Google.

O Google UK acaba de lançar uma versão impressa de uma revista que tem como objetivo oferecer insights e reflexão sobre a internet.
A proposta é justamente dar um "Stop" nesse ritmo frenético do dia-dia atual, sentar numa poltrona bem confortável e ler com calma.

Acesse o link e leia .
http://thinkquarterly.co.uk
quinta-feira, 24 de março de 2011
Semana sem nada interessante para falar.
terça-feira, 22 de março de 2011
O novo concorrente da Rede Globo é o Google.
Saiu no New York Times uma reportagem interessante sobre o como o Google tem mudado seu foco de negócio de uma empresa de tecnologia para uma grande empresa de mídia. Atualmente 96% do faturamento da empresa vêm exclusivamente da sua receita de publicidade, faturamento semelhante a jornais, revistas, rádios e emissoras de TV.

O objetivo da empresa é de organizar o conteúdo através de seus canais, mas com a facilidade de banda larga e a popularização da capacidade de ligar qualquer TV a internet, o Google passa a oferecer conteúdo muito mais interessante que qualquer rede de tv/cabo no mundo.
Isto sem falar dos contratos com NBA e NHL para conteúdo esportivo e as parcerias com Warner e Lions Gate para venda de filmes.

Mas se pararmos para pensar, o modelo parece igual, mas é totalmente diferente do jeito tradicional de se fazer mídia. A empresa através de seu painel de ADWORDS decifrou o código do modelo de publicidade na Web, oferecendo em vez de publicidade genérica a um custo alto, uma forma segmenta e relevante de gerar grandes resultados.
Hoje, qualquer campanha por menor que seja, precisa de um incetivo ou participação no Google e na sua rede de conteúdo para gerar resultado. Através dele se consegue um bom fluxo de pessoas interessadas no tema, além de uma forte disseminação da mensagem.

Apesar de seu pionerismo, ele não está sozinho nesta tendência. Grandes empresas de tecnologia já enxergaram que o futuro está no conteúdo. A Apple investe pesado para colocar no mercado seu projeto para conexão a televisores e a Microsoft e Sony caminham cada vez mais na trasformação de seus consoles de apenas videogames para centrais de mídia.
A história da última década no nosso setor rendeu uma grande mudança no valor das empresas . A reivenção do negócio apenas começou, mas uma coisa é certa, as empresas de mídia tradicional precisam abrir os olhos, pois a cada ano a lucratividade cai e concorrentes saem de todos os lugares.

O objetivo da empresa é de organizar o conteúdo através de seus canais, mas com a facilidade de banda larga e a popularização da capacidade de ligar qualquer TV a internet, o Google passa a oferecer conteúdo muito mais interessante que qualquer rede de tv/cabo no mundo.
Isto sem falar dos contratos com NBA e NHL para conteúdo esportivo e as parcerias com Warner e Lions Gate para venda de filmes.

Mas se pararmos para pensar, o modelo parece igual, mas é totalmente diferente do jeito tradicional de se fazer mídia. A empresa através de seu painel de ADWORDS decifrou o código do modelo de publicidade na Web, oferecendo em vez de publicidade genérica a um custo alto, uma forma segmenta e relevante de gerar grandes resultados.
Hoje, qualquer campanha por menor que seja, precisa de um incetivo ou participação no Google e na sua rede de conteúdo para gerar resultado. Através dele se consegue um bom fluxo de pessoas interessadas no tema, além de uma forte disseminação da mensagem.

Apesar de seu pionerismo, ele não está sozinho nesta tendência. Grandes empresas de tecnologia já enxergaram que o futuro está no conteúdo. A Apple investe pesado para colocar no mercado seu projeto para conexão a televisores e a Microsoft e Sony caminham cada vez mais na trasformação de seus consoles de apenas videogames para centrais de mídia.
A história da última década no nosso setor rendeu uma grande mudança no valor das empresas . A reivenção do negócio apenas começou, mas uma coisa é certa, as empresas de mídia tradicional precisam abrir os olhos, pois a cada ano a lucratividade cai e concorrentes saem de todos os lugares.
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Críticas sobre Comunicação,
tradicional
sexta-feira, 18 de março de 2011
Você não consegue vender Internet? Guia para o jovem padawan que acha difícil convencer as pessoas a levarem comunicação web a sério.
Quem já não ouviu estas máximas?
Meu mercado é difícil.
Comercial não entende de internet.
Cliente só gosta de papel.
Goiânia é roça...
Entre outras.

A verdade é que o mercado de internet hoje em Goiás e vários outros mercados menores está crescendo bastante e estas desculpas não servem mais.
Algumas destas frases até valiam para dois/três anos atrás, quem é da época lembra, mas hoje com esta quantidade de ações de sucesso sendo noticiadas, a profissionalização do mercado digital e a facilidade conexão, convencer chefes e donos de empresas está cada dia mais fácil.

Para começar, você não precisa convencer ninguém que internet e redes sociais são incríveis, se seu chefe não vive em um casulo, com certeza ele já sabe disto.
O que acontece realmente é que ele não sabe se internet é aplicável para o negócio e realidade dele. Cases de grandes empresas são legais e importantes, mas não convencem de que naquele mercado pequeno irão funcionar.

Os chefes precisam de uma sensação de segurança, pois querendo ou não, propaganda custa dinheiro e ninguém gosta de perder o que ganhou trabalhando.
A primeira coisa que revolucionou o nosso trabalho e que poucos profissionais no mercado sabem usar de forma correta é a tal das métricas, não falo aqui de tirar print de dados de acesso ou imprimir um relatório do analytics e levar para seu cliente.

Se fosse fácil assim, não precisa de um profissional para fazer isto ;/. Dados de acessos, seguidores no twitter, tempo no site e outras informações , não servem para nada se não representarem uma meta tangível para a lucratividade da empresa.
Você jovem padawan que deseja ingressar neste mercado, deve ficar atento para não deixar que o cliente te enxergue apenas como mais um que foi lá e falou que internet dá resultado, mas não entregou nada relevante(conversinha).
Se te contrataram, te deram um chance, entregue algo de retorno, pois este é o único caminho para crescer no mercado.
Estude BI (Business Intelligence) e saiba montar relatórios que usem os dados de internet integrados aos relatórios de resultados/lucratividade que é algo comum na vida de um gestor.
Em qualquer reunião de apresentação de resultados ou defesa de ideia, monte o seu próprio modelo de relatório, colocando não os pontos que você acredita serem mais importantes, mas dê ênfase naqueles que o gestor terá mais interesse e como a internet ajudou a chegar neste ponto.

Trazer ações legais e diferentes para a agência só depende de você. Ficar imprimindo relatório de analytics e cases de grandes empresas não irá convencer ninguém.
Depois postarei um modelo de relatório.
Meu mercado é difícil.
Comercial não entende de internet.
Cliente só gosta de papel.
Goiânia é roça...
Entre outras.

A verdade é que o mercado de internet hoje em Goiás e vários outros mercados menores está crescendo bastante e estas desculpas não servem mais.
Algumas destas frases até valiam para dois/três anos atrás, quem é da época lembra, mas hoje com esta quantidade de ações de sucesso sendo noticiadas, a profissionalização do mercado digital e a facilidade conexão, convencer chefes e donos de empresas está cada dia mais fácil.

Para começar, você não precisa convencer ninguém que internet e redes sociais são incríveis, se seu chefe não vive em um casulo, com certeza ele já sabe disto.
O que acontece realmente é que ele não sabe se internet é aplicável para o negócio e realidade dele. Cases de grandes empresas são legais e importantes, mas não convencem de que naquele mercado pequeno irão funcionar.

Os chefes precisam de uma sensação de segurança, pois querendo ou não, propaganda custa dinheiro e ninguém gosta de perder o que ganhou trabalhando.
A primeira coisa que revolucionou o nosso trabalho e que poucos profissionais no mercado sabem usar de forma correta é a tal das métricas, não falo aqui de tirar print de dados de acesso ou imprimir um relatório do analytics e levar para seu cliente.

Se fosse fácil assim, não precisa de um profissional para fazer isto ;/. Dados de acessos, seguidores no twitter, tempo no site e outras informações , não servem para nada se não representarem uma meta tangível para a lucratividade da empresa.
Você jovem padawan que deseja ingressar neste mercado, deve ficar atento para não deixar que o cliente te enxergue apenas como mais um que foi lá e falou que internet dá resultado, mas não entregou nada relevante(conversinha).
Se te contrataram, te deram um chance, entregue algo de retorno, pois este é o único caminho para crescer no mercado.
Estude BI (Business Intelligence) e saiba montar relatórios que usem os dados de internet integrados aos relatórios de resultados/lucratividade que é algo comum na vida de um gestor.
Em qualquer reunião de apresentação de resultados ou defesa de ideia, monte o seu próprio modelo de relatório, colocando não os pontos que você acredita serem mais importantes, mas dê ênfase naqueles que o gestor terá mais interesse e como a internet ajudou a chegar neste ponto.

Trazer ações legais e diferentes para a agência só depende de você. Ficar imprimindo relatório de analytics e cases de grandes empresas não irá convencer ninguém.
Depois postarei um modelo de relatório.
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Críticas sobre Comunicação,
padawan
quinta-feira, 17 de março de 2011
Você deseja mudar o mundo? O Google te ajuda com $10.000 em publicidade por mês e mais. Divulgue.
O endereço http://www.google.com/nonprofits/ oferece produtos exclusivos e avançados recursos on-line para ajudar organizações sem fins lucrativos a encontrar mais doadores, melhorar as operações e sensibilizar as pessoas para sua causa.
Se você trabalha para uma organização sem fins lucrativos, o programa oferece vários benefícios. Basta enviar uma requisição contando a sua história e se aprovado, pode acessar um conjunto de ofertas de produtos concebidos para instituições sem fins lucrativos:
- Até US $ 10.000 por mês em publicidade no Google AdWords para conseguir mais doadores.
- Utilização dos Aplicativos do Google para cortar custos e operar com mais eficiência e funcionalidades
-Conta Premium do Youtube
-Acesso Grátis as tecnologias de mapeamento e geolocalização.
Isto é uma ajuda que não custa nada para o Google, mas faz bastante diferença para qualquer instituição que vive de doações. Com esta verba no Adwords é possível impactar milhões de pessoas mensalmente, também os recursos Premium do Google não são baratos para empresas pequenas e funcionam bastante se bem utilizados.
Esta organização do vídeo conseguiu 1 milhão de dólares apenas anunciando no Adwords.
A pena é que este recurso ainda não está aberto para o Brasil, mas nada que uma boa mobilização não ajude. Quem conhece instituições sérias, divulgue esta idéia e faça com que o Google passe a receber solicitações de empresa brasileiras, que logo chegará aqui também. ;D
Se você trabalha para uma organização sem fins lucrativos, o programa oferece vários benefícios. Basta enviar uma requisição contando a sua história e se aprovado, pode acessar um conjunto de ofertas de produtos concebidos para instituições sem fins lucrativos:
- Até US $ 10.000 por mês em publicidade no Google AdWords para conseguir mais doadores.
- Utilização dos Aplicativos do Google para cortar custos e operar com mais eficiência e funcionalidades
-Conta Premium do Youtube
-Acesso Grátis as tecnologias de mapeamento e geolocalização.
Isto é uma ajuda que não custa nada para o Google, mas faz bastante diferença para qualquer instituição que vive de doações. Com esta verba no Adwords é possível impactar milhões de pessoas mensalmente, também os recursos Premium do Google não são baratos para empresas pequenas e funcionam bastante se bem utilizados.
Esta organização do vídeo conseguiu 1 milhão de dólares apenas anunciando no Adwords.
A pena é que este recurso ainda não está aberto para o Brasil, mas nada que uma boa mobilização não ajude. Quem conhece instituições sérias, divulgue esta idéia e faça com que o Google passe a receber solicitações de empresa brasileiras, que logo chegará aqui também. ;D
quarta-feira, 16 de março de 2011
Profissionais de Comunicação são contadores de estórias. Que tipo de estórias você conta?
São vários os estudos de antropologia que mostram como a ação de contar estórias está diretamente ligada a evolução humana. O cérebro humano trabalha buscando padrões de informações constantemente e as estórias ajudam neste processo de racionalização.
Este fator é tão forte dentro da humanidade que as primeiras formas encontradas pelo homem para entender o mundo e repassar conhecimento foram os mitos. Isto continua em nossa vida cotidiana, enxergamos ações e acontecimentos onde não existem, tentando racionalizar algo que aconteceu.
Criamos estórias para entender:
- por que ele não me ligou?
- por que eu não fui contratado?
- por que aconteceu isto?

Então o profissional de comunicação, ou seja, aquela pessoa que ganha a vida repassando informações precisa ser um bom contador de fatos para que os signos sejam transmitidos de forma eficaz.
A indústria de massa se baseia no consumo de mídia e os comunicadores desta época contavam suas estórias como se fossem produtos para serem comprados.
Mas veio a internet, uma plataforma que podia agir como todas as mídias anteriores, mas de um forma não-linear.
Um espaço interativo, não apenas no sentido de que ela responde aos seus comandos, mas instigadora, no sentido de encorajá-lo a comentar, contribuir e participar.

Sob sua influência, um novo tipo de narrativa emerge. Uma estória que é contada através de várias mídias ao mesmo tempo de uma forma não-linear, participativa e acima de tudo, envolvente.
Este panorama pede o universo transmídia: estórias que o levam para mais do que um drama de TV de uma hora ou um filme de duas horas.

Este fator é tão forte dentro da humanidade que as primeiras formas encontradas pelo homem para entender o mundo e repassar conhecimento foram os mitos. Isto continua em nossa vida cotidiana, enxergamos ações e acontecimentos onde não existem, tentando racionalizar algo que aconteceu.
Criamos estórias para entender:
- por que ele não me ligou?
- por que eu não fui contratado?
- por que aconteceu isto?

Então o profissional de comunicação, ou seja, aquela pessoa que ganha a vida repassando informações precisa ser um bom contador de fatos para que os signos sejam transmitidos de forma eficaz.
A indústria de massa se baseia no consumo de mídia e os comunicadores desta época contavam suas estórias como se fossem produtos para serem comprados.
Mas veio a internet, uma plataforma que podia agir como todas as mídias anteriores, mas de um forma não-linear.
Um espaço interativo, não apenas no sentido de que ela responde aos seus comandos, mas instigadora, no sentido de encorajá-lo a comentar, contribuir e participar.

Sob sua influência, um novo tipo de narrativa emerge. Uma estória que é contada através de várias mídias ao mesmo tempo de uma forma não-linear, participativa e acima de tudo, envolvente.
Este panorama pede o universo transmídia: estórias que o levam para mais do que um drama de TV de uma hora ou um filme de duas horas.
terça-feira, 15 de março de 2011
Largue de empolgação e faça certo. Como mensurar o que você faz socialmente?
Voltando do Carnaval com nossas postagens “quase” diárias. ;D
Atualmente, muita gente gasta boa parte do tempo falando ou participando de redes sociais, usamos estas ferramentas como um complemento de nossa vida pessoal e como tal, acabamos realizando decisões de compras e negócios nestes locais.

Se existe negociação, existe espaço para as empresas, mas apenas “estar” no ambiente não representa resultados. Poucos sabem realmente se os seus tweets, atualizações de blogs, vídeos e outros estão realmente fazendo alguma diferença no lucro da empresa, ou é apenas gasto de tempo e dinheiro.
As redes sociais podem ser uma maneira acessível para construir uma marca e conhecer novas pessoas, mas se você não está fazendo mais dinheiro, algo está errado.

Decidir um objetivo para seu projeto e saber monitorar, fazem toda diferença para definir o que é gasto perdido ou investimento lucrativo, abaixo algumas formas de monitoramento social:
Conversão: Para mensurar o retorno de suas ações nada melhor do que criar pontos de conversão para as suas ações em redes, para isto você pode utilizar as UTM tags que já falei em um tópico passado.

Criar uma conversão (meta) digital como: número de aquisições, leads de venda, chamadas, de respostas ou compras, todas estas sendo monitoradas via Analytics e usar as UTM tags em links do Twitter e postagem de blogs para saber de que lugar o usuário que converteu pode ter vindo.
Aumento de tráfego: Esta é outra forma quantificável para avaliar os seus resultados, eu considero um pouco genérica e simples, mas um aumento no tráfego significa que algo está gerando resultado. Agora, é importante lembrar que mais acessos não representam mais lucro para as empresas. Na dúvida, nunca use acessos como meta principal, isto é que diferencia profissionais de amadores.

Relações: Existem vários benefícios em se ter um monte de amigos online, mas aumento no número de relacionamentos não significa aumento direto no lucro da empresa.
Mesmo assim, acompanhar o numero de relacionamento é importante, pois representa maior alcance para as mensagens. Ter 5000 seguidores não significa mais 5000 mil compras, mas pelo menos representa alguns ouvidos a mais para aumentar o impacto da marca na rede.
Atualmente, muita gente gasta boa parte do tempo falando ou participando de redes sociais, usamos estas ferramentas como um complemento de nossa vida pessoal e como tal, acabamos realizando decisões de compras e negócios nestes locais.

Se existe negociação, existe espaço para as empresas, mas apenas “estar” no ambiente não representa resultados. Poucos sabem realmente se os seus tweets, atualizações de blogs, vídeos e outros estão realmente fazendo alguma diferença no lucro da empresa, ou é apenas gasto de tempo e dinheiro.
As redes sociais podem ser uma maneira acessível para construir uma marca e conhecer novas pessoas, mas se você não está fazendo mais dinheiro, algo está errado.

Decidir um objetivo para seu projeto e saber monitorar, fazem toda diferença para definir o que é gasto perdido ou investimento lucrativo, abaixo algumas formas de monitoramento social:
Conversão: Para mensurar o retorno de suas ações nada melhor do que criar pontos de conversão para as suas ações em redes, para isto você pode utilizar as UTM tags que já falei em um tópico passado.

Criar uma conversão (meta) digital como: número de aquisições, leads de venda, chamadas, de respostas ou compras, todas estas sendo monitoradas via Analytics e usar as UTM tags em links do Twitter e postagem de blogs para saber de que lugar o usuário que converteu pode ter vindo.
Aumento de tráfego: Esta é outra forma quantificável para avaliar os seus resultados, eu considero um pouco genérica e simples, mas um aumento no tráfego significa que algo está gerando resultado. Agora, é importante lembrar que mais acessos não representam mais lucro para as empresas. Na dúvida, nunca use acessos como meta principal, isto é que diferencia profissionais de amadores.

Relações: Existem vários benefícios em se ter um monte de amigos online, mas aumento no número de relacionamentos não significa aumento direto no lucro da empresa.
Mesmo assim, acompanhar o numero de relacionamento é importante, pois representa maior alcance para as mensagens. Ter 5000 seguidores não significa mais 5000 mil compras, mas pelo menos representa alguns ouvidos a mais para aumentar o impacto da marca na rede.
quinta-feira, 3 de março de 2011
Marketing do Mal e Marketing do Bem - Você é um Jedi da Propaganda?
No blog do Simon Sinek saiu um texto muito interessante sobre 0 paralelo entre dois tipos de marketing.
Vale conferir:

O marketing do bem nos oferece uma visão do mundo.
O marketing do mal oferece um produto para comprar.
O marketing do bem começa com uma causa.
O marketing do mal começa com um objetivo.

O marketing do bem traz fidelidade.
O marketing do mal traz transações.
O marketing do bem promove valores.
O marketing do mal vende promoções.
O marketing do bem nos fala o que a empresa realmente pensa.
O marketing do mal nos fala o que a empresa quer que pensemos que eles pensam.
O marketing do bem nos seduz.
O marketing do mal nos atinge.

O marketing do bem nunca fala de preços.
O marketing do mal sempre fala de preços.
O marketing do bem usa os produtos para contarem uma estória.
O marketing do mal sempre conta estórias sobre produtos.

O marketing do bem é sobre nós.
O marketing do mal é sobre eles.
O marketing do mal manipula.
O marketing do bem inspira
Adicione o blog dele em seu feed, pois sempre aparece alguma ideia boa: http://sinekpartners.typepad.com
Vale conferir:

O marketing do bem nos oferece uma visão do mundo.
O marketing do mal oferece um produto para comprar.
O marketing do bem começa com uma causa.
O marketing do mal começa com um objetivo.

O marketing do bem traz fidelidade.
O marketing do mal traz transações.
O marketing do bem promove valores.
O marketing do mal vende promoções.
O marketing do bem nos fala o que a empresa realmente pensa.
O marketing do mal nos fala o que a empresa quer que pensemos que eles pensam.
O marketing do bem nos seduz.
O marketing do mal nos atinge.

O marketing do bem nunca fala de preços.
O marketing do mal sempre fala de preços.
O marketing do bem usa os produtos para contarem uma estória.
O marketing do mal sempre conta estórias sobre produtos.

O marketing do bem é sobre nós.
O marketing do mal é sobre eles.
O marketing do mal manipula.
O marketing do bem inspira
Adicione o blog dele em seu feed, pois sempre aparece alguma ideia boa: http://sinekpartners.typepad.com
quarta-feira, 2 de março de 2011
Bar Karma – série de TV do criador de Simcity e TheSims, será que dá certo? Não existe estória/ideia coletiva, mas colaborativa pode até funcionar.
Já saiu em um monte de lugar a informação sobre a nova série de TV de um dos maiores gênios dos Games.

O criador de SimCity e TheSims, Will Wright, inventou de experimentar a união da interatividade da internet com o poder de contar estórias de uma produção televisiva, para gerar a série Bar Karma.
Os roteiros da série são montados em fóruns pela web e cada episódio conta algo diferente, tendo em comum apenas um bar fora do tempo-espaço.
Mais detalhes aqui.
Agora, viajando um pouco.
A série é um experimento de crowdsourcing, que é quando os usuários montam/participam da estória e ajudam a entregar a mensagem.

O objetivo do criador é o de dar poder para os usuários, assim como em seus jogos, mas em vez de criar uma cidade e ser meio que um deus nela(simcity), agora você monta sua série de TV Favorita.
Diferente de algumas opiniões que li, este tipo de ação é apenas um grão do potencial possível.

Pensar na substituição dos roteiristas por pessoas normais é algo que definitivamente não tem futuro.
Apesar de ser um entusiasta da colaboração, não confundo esta com"criação em massa" que é algo inexistente.

Idéias partem de pessoas ou de grupos pequenos, o que o coletivo pode fazer é melhorar ou ajudar na adaptação daquela idéia.
Isto acontece em tudo que é chamado colaborativo, um grupo cria a base ou a idéia e joga na rede para que o coletivo ajude a melhorar ou crescer. Isto encaixa em Linux, Wordpress e tudo mais.
Roteiristas, escritores e redatores que sabem contar uma estória não vão morrer nunca, a massa sabe dar palpites, mas sabe pouco sobre desenvolver e prender usuários em boas estórias, sejam filmes, livros , propagandas e outras peças culturais.

Bar Karma, segue a mesma linha, existe uma base, ou seja, um universo e dentro deste espaço acontece outras ações que são desenvolvidas pelo coletivo na web.
Isto já acontece em universos de sucesso como Harry Potter , Star Wars. Alguém criou a base(universo) de livros-filmes e a massa ajuda a melhorar, criando estórias de fãs.

Este sim é um futuro que pode acontecer. Roteiristas e pessoas comuns trabalhando juntos para criar melhores estórias.

O criador de SimCity e TheSims, Will Wright, inventou de experimentar a união da interatividade da internet com o poder de contar estórias de uma produção televisiva, para gerar a série Bar Karma.
Os roteiros da série são montados em fóruns pela web e cada episódio conta algo diferente, tendo em comum apenas um bar fora do tempo-espaço.
Mais detalhes aqui.
Agora, viajando um pouco.
A série é um experimento de crowdsourcing, que é quando os usuários montam/participam da estória e ajudam a entregar a mensagem.

O objetivo do criador é o de dar poder para os usuários, assim como em seus jogos, mas em vez de criar uma cidade e ser meio que um deus nela(simcity), agora você monta sua série de TV Favorita.
Diferente de algumas opiniões que li, este tipo de ação é apenas um grão do potencial possível.

Pensar na substituição dos roteiristas por pessoas normais é algo que definitivamente não tem futuro.
Apesar de ser um entusiasta da colaboração, não confundo esta com"criação em massa" que é algo inexistente.

Idéias partem de pessoas ou de grupos pequenos, o que o coletivo pode fazer é melhorar ou ajudar na adaptação daquela idéia.
Isto acontece em tudo que é chamado colaborativo, um grupo cria a base ou a idéia e joga na rede para que o coletivo ajude a melhorar ou crescer. Isto encaixa em Linux, Wordpress e tudo mais.
Roteiristas, escritores e redatores que sabem contar uma estória não vão morrer nunca, a massa sabe dar palpites, mas sabe pouco sobre desenvolver e prender usuários em boas estórias, sejam filmes, livros , propagandas e outras peças culturais.

Bar Karma, segue a mesma linha, existe uma base, ou seja, um universo e dentro deste espaço acontece outras ações que são desenvolvidas pelo coletivo na web.
Isto já acontece em universos de sucesso como Harry Potter , Star Wars. Alguém criou a base(universo) de livros-filmes e a massa ajuda a melhorar, criando estórias de fãs.

Este sim é um futuro que pode acontecer. Roteiristas e pessoas comuns trabalhando juntos para criar melhores estórias.
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Críticas sobre Comunicação
terça-feira, 1 de março de 2011
Agregando diferenciais ao seu trabalho de marketing digital – Saindo da classe dos amadores usando UTM Tags.
O post sobre conversões parece ter ajudado bastante gente, por isto vou continuar postando pequenas ações para gerar diferenciação em seu trabalho.
O mercado digital está crescendo bastante e a cada dia entra mais gente no bolo.

Alguns procurando entregar um trabalho sério, outros atrás do “oba-oba” do momento e os picaretas(conversinhas) que sempre tem em toda área.
Para você que está buscando maior seriedade, a linha que divide os profissionais pode ser tênue, mas tudo depende do que você entrega.

Entregando o básico para seus clientes, o mercado apenas te verá como mais um. Agora, entregando algo a mais, que muitas vezes podem ser apenas detalhes que não custam muito, o mercado aos poucos começará a te notar.
Uma destas ações simples é o uso de UTM Tags em seus relatórios de Analytics.

UTM significa "Urchin Tracking Modules", na verdade eles são pedaços de códigos que adicionados a links, ajudam você a controlar campanhas de marketing individualmente, marcando valores diferentes para cada ação.
Com elas é possível personalizar o link que trará fluxo para o seu site, tendo um relatório de fontes de tráfego com informações organizadas.

Por exemplo: lembra do post anterior sobre conversões?
O usuário para gerar valor ao anunciante devia mandar um contato de email via hotsite.
Para gerar um trabalho completo, não precisamos apenas nos ater as conversões. Podemos monitorar como este mesmo usuário chegou até este hotsite para descobrir qual ação gerou mais “leads de vendas”.

Ações possíveis podem ter sido um email marketing, um banner em portal ou outro, normalmente, as fontes de fluxo já aparecem no relatório do analytics, o diferencial do uso das tags está na personalização da apresentação. A informação não vem apenas como um link de onde o usuário clicou, mas qual peça, qual campanha e mais.
Colocando no link do banner, como também no link do email marketing as UTM tags, o usuário ao clicar e visitar o site passa ao analytics dados como:
Fonte: Se veio de um Portal, Google, Newsletter
Meio: Qual meio utilizado para entrega Banner, CPC, Email
Campanha: De que campanha pertence Dia dos Pais, Ofertão, Pague Metade.

Assim, no próprio relatório do Analyitcs seu cliente verá quantas conversões vieram de qual campanha, qual peça e tudo mais. Isto também tem vários outros usos úteis, mas fica para outro post.
No link tem mais dados , como também o gerador de UTM para seus links.
O mercado digital está crescendo bastante e a cada dia entra mais gente no bolo.

Alguns procurando entregar um trabalho sério, outros atrás do “oba-oba” do momento e os picaretas(conversinhas) que sempre tem em toda área.
Para você que está buscando maior seriedade, a linha que divide os profissionais pode ser tênue, mas tudo depende do que você entrega.

Entregando o básico para seus clientes, o mercado apenas te verá como mais um. Agora, entregando algo a mais, que muitas vezes podem ser apenas detalhes que não custam muito, o mercado aos poucos começará a te notar.
Uma destas ações simples é o uso de UTM Tags em seus relatórios de Analytics.

UTM significa "Urchin Tracking Modules", na verdade eles são pedaços de códigos que adicionados a links, ajudam você a controlar campanhas de marketing individualmente, marcando valores diferentes para cada ação.
Com elas é possível personalizar o link que trará fluxo para o seu site, tendo um relatório de fontes de tráfego com informações organizadas.

Por exemplo: lembra do post anterior sobre conversões?
O usuário para gerar valor ao anunciante devia mandar um contato de email via hotsite.
Para gerar um trabalho completo, não precisamos apenas nos ater as conversões. Podemos monitorar como este mesmo usuário chegou até este hotsite para descobrir qual ação gerou mais “leads de vendas”.

Ações possíveis podem ter sido um email marketing, um banner em portal ou outro, normalmente, as fontes de fluxo já aparecem no relatório do analytics, o diferencial do uso das tags está na personalização da apresentação. A informação não vem apenas como um link de onde o usuário clicou, mas qual peça, qual campanha e mais.
Colocando no link do banner, como também no link do email marketing as UTM tags, o usuário ao clicar e visitar o site passa ao analytics dados como:
Fonte: Se veio de um Portal, Google, Newsletter
Meio: Qual meio utilizado para entrega Banner, CPC, Email
Campanha: De que campanha pertence Dia dos Pais, Ofertão, Pague Metade.

Assim, no próprio relatório do Analyitcs seu cliente verá quantas conversões vieram de qual campanha, qual peça e tudo mais. Isto também tem vários outros usos úteis, mas fica para outro post.
No link tem mais dados , como também o gerador de UTM para seus links.
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