sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011

quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

"Separando os amadores do trigo". Aprenda a marcar conversões e entregar algo relevante para seus clientes.

No último post falei que definir e marcar conversões pode te ajudar a profissionalizar seu trabalho e gerar destaque no mercado digital.

Agora, vou mostrar através de um exemplo simples como aplicar isto a qualquer negócio.




Situação: Cliente com R$ 10.000 para investir em comunicação online.
Objetivo: Vender apartamentos para jovens casais de Goiânia.

Criação: - Você Escolhe (neste texto vamos focar apenas no monitoramento): pode ser sites, adwords, email-marketing, hotsites, redes sociais, banners em portais e o que mais for relevante.



Definindo a conversão: Após pesquisar e escolher os canais online que seu público esteja, chega a hora de definir qual a métrica que será utilizada como base da conversão, neste item dois pontos são importantes:

1- A métrica deve ser monitorada digitalmente. (contato, tempo no site, venda online e etc)
2- A métrica deve ser relevante para o negócio:


No caso em questão vamos escolher “leads de vendas”.



A venda de um apartamento envolve diversas variáveis e a internet participa do processo de compra, mas não consegue englobá-lo como um todo.

Visita ao decorado, poder de persuasão dos corretores como também diversas outras variáveis afetam o fechamento do negócio fora do mundo virtual.

Agora, o usuário ao entrar numa página do empreendimento, gostar do que ver e enviar um email para a empresa pedindo mais detalhes, este “lead de vendas” é uma variável que podemos controlar online, como também tem um alto peso para o anunciante.



Definindo um valor para a conversão: Com a métrica definida sentamos com o cliente para definir um valor para aquela métrica, isto pode ser fácil, como também difícil.

No segmento de imóveis, os corretores e empresas possuem dados de quantas pessoas que buscaram “mais informações” e quantas destas fecharam o negócio. Utilizando esta informação você pode definir um valor para cada “lead de venda.”

Por exemplo: se de cada 200 pessoas que procuram maiores detalhes dos corretores 1 compra o apartamento no valor de R$ 100.000. O valor por cada pessoa é de 100000/200 que dá: R$500 por pessoa interessada.



Criando metas: o trabalho está pronto, agora só falta escolher a ferramenta que irá monitorar estas conversões. O Google Analytics tem uma aba exclusiva para monitoramento das conversões personalizada. (neste link tem um tutorial).

Em nosso exemplo vamos colocar uma métrica para que a cada vez que um usuário mande um email, o sistema contabilize como uma conversão e represente o valor de R$500, 00 para esta ação.

Calculando o ROI: Com o investimento de R$ 10.000 reais, o mínimo que o anunciante deseja é receber 20 contatos de pessoas interessadas, pois assim pelo menos ele “paga” a ação.



Supondo que durante duas semanas ele recebeu 100 contatos. O valor de retorno foi de R$ 50.000 com um investimento de apenas R$ 10.000. Isto é simples de fazer e valoriza seu trabalho, pois publicidade deixa de ser gasto para virar investimento.

Vale a pena monitorar tudo que sai da sua agência.

terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

Conversão – O que diferencia o profissional sério dos amadores no marketing digital.

“Boom da internet”.



Agora é a vez. Digital e interatividade são realidades no mercado da comunicação.
Quem lutou por isto sabe que não foi fácil.

Grandes empresas colocaram em seu planejamento estratégico que 2011 será o ano para investir e se diferenciar na internet.

Tudo isto é ótimo tanto para quem atua na área, como também para quem pretende atuar, mas é preciso lembrar que a internet que a maioria das empresas procura hoje é uma web totalmente diferente daquela de dois anos atrás.




Não falo aqui de web 2.0, redes sociais e outros termos que estão na boca de uma maioria, a idéia é bem mais simples e se resume em três palavras.

Conversão, utilidade, diversão.

As duas últimas eu já falei inúmeras vezes aqui no blog e representa a base de qualquer ação digital. Tudo que for feito deve seguir uma destas linhas, ou as duas, para que tenha resultado.



Já a conversão é uma forma de monitorar digitalmente os resultados da comunicação utilizada, através de ações que o usuário desempenha e que são importantes para o negócio do anunciante.

Número de contatos, tempo nas páginas, conteúdos importantes navegados, venda online e outros dados podem, dependendo do negócio, ser de valor para o anunciante.

A agência que procura trabalhar nesta nova internet de uma forma mais profissional, define junto com seu cliente um dado para ser a base de conversão, define um valor para cada ação executada e monitora constantemente procurando melhorar o retorno do investimento.



Boa parte do mercado ainda não aprendeu a monitorar ou definir pontos de conversão, sem isto não tem como o anunciante saber o que está errado, ou como melhorar. O que é normal, pois ainda é um mercado novo que carece de maior profissionalismo.

Assim, conversão é importante e resumindo a lei da nova internet temos que: quando mais útil/divertido para o consumidor mais conversões para a empresa;




Em um próximo post vou ensinar como criar pontos de conversão, que ferramentas utilizar e como apresentar para os clientes.

segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

Você está preparado para o futuro da mídia? Sua empresa é uma "lançadora" de tendências ou uma "aplicadora" de modinhas?

Um dos vídeos mais legais neste começo de semana veio do blog de Chris Brogan. Ele é um famoso escritor da área de comunicação e seu blog está entre os top 5 da Advertising Age. (duas fontes indispensáveis para seu Reader.)

No vídeo ele cita 7 tendências:




Algumas na verdade já são realidade, mas o que vale a pena é que ele defende que estas idéias não entrarão apenas no mercado, mas serão o "centro" da forma como as pessoas se comunicarão no futuro.

Uma coisa é falar que uma tecnologia entrará no mercado, mas quando você fala que ela mudará o comportamento das pessoas, alguns se incomodam profundamente.



Uma das idéias que ele defende é a media-touch.

Quantas empresas já investiram tempo e dinheiro nesta tecnologia e sempre encontraram muitos "críticos" que apareciam do nada, falando da inviabilidade do negócio.

Hoje a aplicação desta tecnologia é a modinha da época.

Buscar tendências e estudar aplicações possíveis no mercado é o que diferencia boa parte das empresas.

Enquanto a maioria espera algo virar moda para começar a investir, outras buscam idéias promissoras dos mais variados lugares, correndo riscos de fracasso, mas oferecendo algo diferente para o mercado.



Nisto fica a pergunta: sua empresa é uma "lançadora" de tendências ou uma "aplicadora" de modinhas?

quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

Comunicação Transmídia e o uso do cadáver até a última gota.

A indústria nerd(*não existe isto) é sem dúvida, a mais divertida das indústrias da comunicação. Falar de games, filmes, quadrinhos e programas de televisão não é trabalho... it’s fun ;p.



Explicar e “viajar” nas teorias da comunicação utilizando estes meios é sempre mais fácil.

Continuando...
Lembra da idéia de comunicação trasmídia?

Lost, BBB, Matrix, Harry Potter e tudo mais.
Estórias tão grandes que não conseguem limitar seu universo em apenas uma peça de comunicação, mas que precisam extrapolar para outras, seja por intenção dos autores ou pela paixão dos fãs que levam o tema para fóruns, vídeos, twitter e tudo mais na web.



Pois então, hoje, qualquer peça de comunicação para ter algum espaço e gerar um retorno comercial deve ser transmídia, não importa a qual indústria cultural esta pertença.

Filmes têm quadrinhos próprios, estórias paralelas em vídeos e tudo mais disponibilizado na web três ou quatro meses antes do lançamento no cinema.

Álbuns de bandas que são acompanhados de blogs “diários” da gravação, vídeos dos dias de estúdio e tudo mais.



Até a publicidade já entrou na onda, dando o prêmio máximo em Cannes para campanhas que consigam integrar o máximo de mídias possíveis.

Todo este movimento é ótimo para quem detém os direitos. Um filme que já passou há tempo, mas que tem um cadáver ainda fresquinho e interessante continua gerando dinheiro através de várias outras peças de mídia.




Star Wars é o exemplo máximo de um cadáver que ainda “dá no coro”. A estória envolve tantos períodos históricos, guerras e personagens com personalidades densas que até hoje continua atraindo fãs que não apenas consomem, mas se dedicam as peças criadas.

Será que Star Wars é uma estória imortal?

Isto é assunto para outro post, quando vou falar da morte do transmídia , citando o fim do Tocha do Quarteto Fantástico. #vaitarde.

Diversão é o Futuro - Google Talks



O conceito de Gamification defendido no filme acima trata de como reescrever as regras de engajamento  e marketing.

Mecânicas de jogo, como pontos, emblemas, níveis, desafios, recompensas e líderes são usados em um número cada vez maior nas estratégias de comunicação pelo mundo. Deixar o marketing mais divertido agora é lei para qualquer empresa que deseje alguma atenção dos consumidores.

terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

Propaganda não funciona na internet. - Quem trabalha com marketing digital não está no negócio da propaganda.

Frase polêmica sempre traz algum fluxo ;D, mas a verdade é que eu acredito fielmente nisto.




Nada contra a propaganda, nem com quem faz. Eu só não gosto dela e estou neste negócio para oferecer uma visão diferente da comunicação corporativa que por acaso, funciona melhor que “propaganda" na internet.

A verdade é que a web é uma plataforma. Um novo ambiente com diversos formatos de mídia, muitos ainda nem descobertos.



Neste meio o que funciona realmente são apenas duas coisas – utilidade ou entretenimento.

Empresas ou pessoas têm espaço livre para comunicar na rede, mas para serem notados e terem alguma relevância a ação deve estritamente seguir algumas destas linhas, se possível, as duas ao mesmo tempo.

Uma única regra, mas que pode ser facilmente notada em todas as ações online que recebem alguma relevância. Todas ofereceram algo divertido/engraçado/interessante ou tiveram alguma utilidade para um nicho ou para a massa.



Ainda possui alguma dúvida?
Basta seguir uma lista de trending = http://topsy.com/top100/pt

Ok, mas voltando ao título.
Se propaganda não funciona, o que fazer?

A frase é mais para efeito de impacto ;p , a verdade é que falar de produtos e comunicar diferenciais ainda funciona, mas ela nunca deve ser o principal a ser comunicado, este é o “X” da questão.



Primeiro procure uma utilidade ou entretenimento que tenha forte relação com a marca e vincule os produtos/diferenciais a este tipo de comunicação.

Nisto você consegue ter uma alta atenção dos usuários como também cumprir seus objetivos como: crescimento de marca, conversão de vendas e outros.

Entendeu a idéia?
Quem trabalha com marketing digital não está no negócio da propaganda e sim na indústria do entretenimento/utilidade.

segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

Criatividade na web – o que mudou em 5 anos e como desenvolver ações diferentes na web - “Bolha do Senso Comum”.

Quem trabalha com internet há mais de 5 anos vai lembrar:

- Só existiam dois tipos de profissionais da área: webdesigner/programador.
- Cannes digital era apenas banner em gif.
- Redes Sociais  tinha o Orkut, mas cliente considerava piada fazer algo por lá.
- Marketing digital era site, com 3 links fundamentais = HOME, PRODUTOS, CONTATO.




Era das trevas. o/
Panorama que era até justificável:

-As tecnologias acessíveis para a grande parte do mercado eram caras.
-O usuário padrão de internet representava pequena parcela da população.
- Para anunciantes, tirando uns banners em alguns portais, não existia nenhum movimento de sua marca fora do seu site.
- Ações interessantes ou criativas que eram executadas, tinham poucos canais para se tornarem conhecidas.





Falando de criatividade e publicidade.

- Internet não era trabalho para publicidade. Como era só site, bastava passar para um programador e designer.
- Na faculdade ninguém sabia nem por onde começar.
- 80% das chances de se destacar através de um projeto estavam na arte do layout.
- Uma revista tinha mais espaço para ser criativo do que um site que tinha que seguir sempre o mesmo modelo.


Não precisa nem falar que tudo isto é passado. A maioria dos leitores daqui não pegou ,nem vai pegar esta época. o/ sorte.

Voltando ao título do post.



O que se observa no mercado atual é que mesmo com infinitas possibilidades dentro da internet, tanto de tecnologias como de ações, continuamos engessados em soluções pouco inovadoras, ou apenas na cópia de projetos de outros mercados com pequenas modificações(efeito pesquisa de internet).

Isto falo para nós todos( incluindo eu), tantas são as vezes que recorremos a soluções repetitivas como:
Promoção no Twitter, hotsite promocional de empreendimento, blogs institucionais e outros, quando poderíamos realmente inventar algo novo.

Alguns podem se contentar em fazer o que todo mundo faz e se dizer inovador, mas para mim isto incomoda. Por isto, nos processos de brainstorm dentro da agência, criei uma ferramenta que ajuda, um pouco, neste processo.

Acreditando que ao negar boa parte das idéias rápidas que temos, forçamos nossos cérebros a realizar conexões diferentes e gerar pensamentos diferentes.
Usamos  agora a “Bolha do Senso Comum”




Em um processo de brainstorm normal, após apresentar para a equipe o problema do cliente e as principais variáveis envolvidas, normalmente começamos a gerar idéias e anotar as melhores para depois amadurecer.

No processo da “Bolha do Senso Comum” a ação é dividida em duas fases.

A primeira começa após a apresentação das variáveis, momento em que colocamos um papel no centro da mesa e escrevemos todas as ações que já vimos ou que são batidas envolvendo o projeto.

Na segunda fase nos propomos a gerar idéias totalmente diferentes daquelas que estão na folha. Negando tudo que é “Senso Comum” partimos para algo realmente novo.



Ás vezes funciona, às vezes não, mas custa testar se a única idéia que saiu foi apenas aquela velha promoção de twitter ;/

sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

Video Games e o Marketing - Painel com pessoal que sabe o que tá falando. Social Media Nova York.

Um dos maiores desafios para quem trabalha no mercado de marketing e comunicação atualmente é de engajar consumidores. Saimos daquela época que apenas atingir o maior número de pessoas era o objetivo da agências.

Agora o novo paradigma prega que resultado positivo está diretamente ligado a ação que o usuário desempenha, após ser impactado.

Ficou mais difícil, mas também mais divertido trabalhar neste mercado.

Métricas estritamente ligadas a ações como: contato, replicações, comentários, resenhas e tudo mais, são agora as "meninas dos olhos" da maioria das empresas e cabe as agências, principalmente as digitais, oferecer sempre novas idéias e ações para os clientes.



A indústria de games é uma das mais antigas a trabalhar com interação. Em qualquer game a estória só acontece se o usuário tomar ações, sem uma resposta direta, a comunicação não acontece.

Nos Estados Unidos, que tem um mercado digital mais maduro que o nosso, os profissionais já entenderam que games e marketing precisam se aliar.
Confira abaixo um painel com alguns dos mais entendidos no assunto.

Watch live streaming video from smw_newyork_jwt at livestream.com

quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011

Marvel Vs Capcom –E o efeito crossover na Indústria cultural.

Já está no por ai(internet)... um dos títulos de games mais esperados do ano: Marvel vs. Capcom 3: Fate of Two Worlds.



Game este que reuni o que há de melhor entre os heróis e vilões da MARVEL(Homem Aranha, Vingadores, Xmen e o resto) versus os personagens de games da CAPCOM(Street Fighter, Resident Evil, Megaman, Darkstalkers entre outros).



Mas você que nem sabe o que é isto, deve estar pensando: Aqui entre nós, qual a graça? Qual a razão de falarem tanto e gerarem tanto escarcéu por um simples game de luta?

O efeito Crossover de séries é a resposta.

A indústria cultural vive de estórias, cada peça de media nada mais é que uma seqüência de fatos e ações que alguns personagens tomam. Uma música, uma novela e até uma propaganda tem esta dinâmica por trás.



Os games e quadrinhos não ficam fora disto. Cada personagem tem um mundo próprio, com fãs que a cada nova citação se recordam da estória contada e se a experiência for boa, eles querem reviver a lembrança.

Criar um game que reuni vários destes personagens gera este efeito de fusão de estórias que deixa os fãs doidos e com certeza tem reflexo no faturamento do produtos.

Outros exemplos de Crossover são:

Alien X Predator
Fred X Jason
Entre outros.

terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

Nem todo mundo gosta da nossa Pizza, mas vamos melhorar. Domino's Pizza reinventando o Kit Social

2011 é o ano do Kit Social, até a padaria lá perto de casa criou um blog e agora tem Twitter. Isto é realmente muito bom, pois existe espaço para todas as empresas aparecerem na internet.

A única coisa que incomoda é a comoditização, ou seja, transformar as ações digitais em pequenos kits prontos e vender para os clientes.

Peça pelo número:
Número 1: um site, um blog, um twitter e um estagiário para atualizar.
Número2: um site, um twitter e promoção mensal.




Se uma estratégia social procura transformar as empresas em pessoas, por qual razão todas as marcas devem agir na internet do mesmo jeito? Pessoas não são únicas e tem sua identidade própria?

Personalização da estratégia é a resposta.



Encontrar na empresa algum diferencial e colocar de uma forma única na internet é o caminho para que sua ação tenha relevância, se não ela será apenas mais uma entre tantas.



A Domino’s Pizza encontrou um jeito de fazer isto, recolhendo na web os comentários pessimistas sobre sua pizza e tentando agradar os clientes insatisfeitos criando uma nova receita.

Na ação http://www.pizzaturnaround.com/ através de vídeos, ações em Facebook e este blog a empresa fez algo realmente novo ao encarar suas críticas e se reinventar. Uma forma criativa de usar as redes sociais para algo que saia do senso comum que a maioria anda fazendo.

sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011

Sliders - realidades paralelas -

Compartilhando séries de Sci-fi

Sliders é uma das melhores séries já criadas para aquela caixa que a gente costuma chamar de TV.


Dimensões Paralelas....


Uma ação diferente em determinado ponto da história afeta toda a estrutura do universo, criando um mundo diferente daquele que conhecemos.


Imagine um mundo que o Socialismo tenha vencido o Capitalismo nos Estados Unidos.
Outro que não exista Antibióticos ou traços da medicina moderna.

quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

Para quem não escreve nada original no Blog e apenas copia o que outros publicam: O Google mudou seu algoritmo.

O Google anunciou algumas mudanças em seu algoritmo de busca, priorizando a relevância para conteúdos originais.

Quem publicou primeiro, tem um peso maior do que aquele que apenas deu o famoso "ctrlc x ctrlv".

“The net effect is that searchers are more likely to see the sites that wrote the original content rather than a site that scraped or copied the original site’s content.”

A justificativa para tal ação é que os usuários querem receber a informação da fonte e não apenas de alguém que foi lá e copiou.



Para quem gosta de uma "preguiçada" na web e curte fazer post em 5 minutos..... se fud@#@#$% ;D.

Cupom de Desconto no Adwords - Diferente e vende. Varejo Online.

Uma das mídias de internet mais simples e que gera bons resultados é o painel do Adwords, principalmente aqui no Brasil, que além da busca Google ser dominante, ainda abrange a rede de conteúdo YouTube/Orkut/Adsense e outros.

Com pouca verba e nocões básicas de segmentação você consegue trazer um fluxo relevante para seu site e que irá converter fácil em qualquer objetivo que você definir, seja contato de venda,  fluxo no site, venda online ou outro.

Esta não deve ser a única ação online, mas é fundamental para qualquer negócio.

Hoje navegando com o pessoal da agência no Youtube achamos este anúncio que achei simplesmente uma ótima idéia para e-commerce.



Cupom de desconto em e-commerce ajuda muito a converter em venda, principalmente este tipo que você coloca o código quando está com o carrinho cheio.  Isto incentiva o usuário a pesquisar na loja, montar o pedido e finalizar a compra, só  por causa dos 10% de desconto.

O poder desta estratégia já é conhecido, mas usar o Adwords para disseminar esta informação é o que realmente mereceu destaque, a quantidade de impressões numa campanha como esta que usa a rede de conteúdo é gigantesca.

Entrei no site agora e está congestionado. Será que deu certo?


terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

E por falar em criatividade: no mercado... Um cria, o resto copia.

Saiu no blog oficial do Google, que o Bing utiliza dados de pesquisa do Google para montar os seus próximos resultados.



Em mensagem oficial, após deixarem claro os testes que realizaram para constatar tal afirmação, eles afirmam:



"No Google acreditamos na inovação e somos orgulhosos de nossa qualidade.  Nós investimos centenas de pessoas e alguns anos para desenvolver nossos algorítimos de busca, pois queremos que nossos usuários tenham a resposta verdadeira a cada busca, e isto não é fácil."